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Encontro trata de Ação Regressiva Acidentária

Aconteceu na manhã do último dia 21, o 14º Encontro com RH – Palestra Jurídica com participação de empresas associadas ao Sindimetal.

O tema tratado foi: Ação Regressiva Acidentária.

Esses encontros acontecem na sede do Sindimetal mensalmente, com palestras explicativas ministradas pelo Departamento Jurídico, representado pelo advogado Reginaldo Farias.

O tema é amplamente discutido e os participantes podem tirar dúvidas que auxiliarão no trabalho do dia a dia. Aberto a todas as indústrias, participam representantes do RH e diretoria de empresas do setor metalmecânico.

Para o mês de março, outro encontro está programado.

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Contribuição Sindical Patronal – mantenha sua indústria bem representada

A Contribuição Sindical Patronal é o principal aporte financeiro que o sindicato tem para representar sua indústria nos ambientes público e privado. Por isso, quanto antes você recolher sua guia, mais cedo poderá usufruir dos benefícios de ser parte do Sistema Indústria.

Quando você paga a Contribuição Sindical, torna-se parte de um grupo forte de empresários representado por entidades legítimas que defendem seus interesses, assessoram juridicamente e realizam negociações coletivas de trabalho em favor da classe industrial.

As indústrias Metalmecânicas de Maringá são representadas pelo Sindimetal Maringá, que é o elo com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná – Fiep, e a Confederação Nacional das Indústrias – CNI.

Se você ainda não recolheu sua contribuição, emita sua guia clicando aqui!

Faça parte!

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Participe! Promova a cultura de inovação em sua empresa

Em 1° de fevereiro, o Sistema FIEP iniciou a 4ª edição da Bússola da Inovação. Os empresários e gestores das indústrias paranaenses realizam uma nova avaliação de suas práticas de inovação. Após o preenchimento de algumas questões, essa ferramenta entrega um diagnóstico imediato e personalizado, resultado da reflexão do participante sobre sua realidade de negócio.

 

Mais informações: Clique Aqui! 

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Estratégias de recursos para inovação em 2018 é tema de evento no próximo dia 06

O Centro Internacional de Inovação do Sistema Fiep convida você para um café da manhã especial, com a presença dos palestrantes Claudia Rocha e Enelvo Martinelli, consultores de recursos para inovação do IEL no Paraná. Durante o evento serão abordadas as principais fontes de fomento à inovação, estratégias para projetos e editais em 2018, além de dicas de escrita para editais de inovação.

CONFIRA AS DATAS DO EVENTO EM SUA CIDADE:

27/02 | Guarapuava

28/02 | Cascavel

01/03 | Francisco Beltrão

02/03 | Rio Negro

06/03 | Maringá

07/03 | Apucarana

08/03 | Londrina

09/03 | Ponta Grossa

 

Inscrições: Clique Aqui! 

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Videoconferência com Paulo Tafner acontece na Casa da Indústria de Maringá

No próximo dia 20 de fevereiro acontece por meio de vídeo conferência na Casa da Indústria em Maringá uma palestra com Paulo Tafner, um dos maiores especialistas brasileiros em Previdência.  O tema da palestra será “Dinâmica demográfica e seus impactos sobre a Previdência no Brasil: anatomia de uma crise”. Após a palestra será realizado Painel com especialistas da área.

O evento:

Videoconferência: Casa da Indústria de Maringá

Para participação, é necessário a confirmação com o nome do participante até 19/02.

 

Inscrições via e-mail ou telefone:

elcia.valentini@sistemafiep.org.br

(44) 3224-7985

 

Paulo Tafner

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Indústria quer mais crédito para acelerar investimentos

Após três anos de resultados negativos, a indústria brasileira virou 2017 com crescimento positivo de 0,2%. O resultado é pequeno e ainda insuficiente para melhorar a participação do setor industrial no Produto Interno Bruto (PIB). O indicador chegou a 21%, mas já foi de 26% em 2012. Apesar do resultado modesto, a indústria de transformação vem apresentando números mais sólidos e deve fechar o ano com alta de 1,2%.

Há situações mais preocupantes. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o setor de manufatura, a parte mais nobre do segmento produtivo, vem perdendo participação no PIB ao longo dos últimos anos. Sua participação desceu de 18% em 2004 para 9% em 2015. Em 2018, deve chegar a 11,1%, o percentual mais baixo em 65 anos.

Embora os números sejam modestos, 2018 deve apresentar um cenário de recuperação mais consistente, esperam entidades e empresários, com menor endividamento das famílias, aumento do crédito e, consequentemente, maior consumo e produção. Segundo análise da Fiesp, a economia deve ganhar força também com as condições mais favoráveis do mercado externo, a melhora do emprego (2017 fechou com mais de 12 milhões de desempregados) e da massa salarial.

As previsões positivas, de acordo com a Fiesp, têm respaldo nos resultados da economia, que apresentou três trimestres seguidos de crescimento do PIB. “É um sinal evidente de recuperação, sustentada pelo consumo”, diz José Ricardo Roriz, diretor do departamento de Competitividade da Fiesp.

Roriz lembra ainda que a prioridade da indústria em 2018 é dinamizar o acesso ao crédito, porque as empresas enfrentam barreiras nessa área. Ele também reivindica taxas de juros mais competitivas que incentivem o investimento em geração de emprego. “Hoje é melhor deixar o dinheiro no banco rendendo do que investir”, afirma Roriz.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a atividade econômica deve se intensificar ao longo de 2018, com menos oscilações e numa trajetória mais clara de crescimento. “Neste cenário, estimamos um crescimento de 2,6% do PIB para o ano que vem, com participação não só do consumo, mas também do investimento”, disse a entidade, salientando que, “do lado da oferta, o crescimento será mais uniforme do que o observado em 2017, com a contribuição positiva da indústria, agropecuária e serviços”.

O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, também concorda com a melhora da economia brasileira em 2017, e a continuidade dos números positivos em 2018, mas espera que o governo resolva alguns problemas que amarram o crescimento do país. “O Brasil controlou a inflação, reduziu os juros, está controlando os gastos e buscando um superavit fiscal”, diz ele.

Até aí, tudo bem. No entanto, Velloso considera que houve um exagero na política de juros altos, que acabou aumentando o desemprego. “Poderíamos ter poupado pelo menos 1,5 milhão de empregos se a dose do remédio (juros) não fosse excessiva”, avalia o presidente executivo da Abimaq, lembrando que a redução dos juros não acompanhou a queda da inflação, o que deixou as empresas em dificuldade até outubro, quando as taxas começaram a cair.

Embora ainda existam muitos problemas para serem resolvidos, em especial a volta dos investimentos e do crédito de longo prazo, Velloso estima que o PIB brasileiro deverá crescer em torno de 5% em 2018, percentual bem acima dos 3% previstos pelo governo. Para o presidente executivo da Abimaq, investimento deve ser a palavra de ordem da equipe econômica do atual governo e do próximo que virá, além das reformas da Previdência e tributária.

Velloso reconhece as dificuldades dos estados, que estão sem capacidade de investimento em função da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos gastos, e da queda da arrecadação, que ainda vai demorar a normalizar-se. Ele também cita os ajustes da União, que fez vários cortes nos investimentos para 2018. Com isso, alerta para a urgência do investimento privado, mas com um custo de capital que seja compatível com o retorno das empresas.

Política industrial

Fernando Figueiredo, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), considera que, do ponto de vista macroeconômico, a reforma tributária é mais importante para a indústria do que a da Previdência. Além das reformas, que devem encaminhar as soluções para o país continuar a crescer de forma sustentável, o governo precisa definir uma política industrial forte para que as empresas voltem a criar empregos de qualidade no Brasil. “Para que isso aconteça, é preciso uma indústria forte e uma política industrial que leve em conta os setores em que o Brasil tem vantagens competitivas, como é o caso da indústria química”, sugere o presidente da Abiquim.

Assim como seu colega da Fiesp, ele defende uma simplificação no sistema tributário que reduza, pelo menos, o custo para cumprir as obrigações impostas pelo Fisco. Figueiredo também defende a diminuição dos custos do gás, que chega a ser 30% mais caro que o insumo concorrente, a energia elétrica brasileira, “a mais cara do mundo”. Enquanto o governo não se mexer, o setor continuará sofrendo.

Fonte: Correio Brasiliense

 

Campanha vacinação 2018

Campanha de Vacinação contra a gripe 2018

Para ficar em dia com a saúde dos trabalhadores da indústria, o Sesi incentiva ações que levam aos industriários e empresários diversos benefícios. A campanha de vacinação do Sesi 2018 é uma delas e inicia o período de adesões em janeiro. Assim, quando os meses mais frios do ano chegarem, as indústrias serão um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. Faça a adesão de sua empresa e promova a saúde de seus colaboradores. Um planejamento antecipado pode garantir trabalhadores imunes à gripe. Fique atento! Para este ano, o pagamento se dará pelo número de doses solicitadas no momento da adesão.

Link para Adesão

Termo de adesão

Valores

ATENÇÃO: PARA FINS DE COBRANÇA, NO ANO DE 2018 SERÁ CONSIDERADO O NÚMERO DE DOSES SOLICITADAS NO MOMENTO DA ADESÃO, DIFERENTEMENTE DO ANO DE 2017, QUANDO A COBRANÇA OCORREU PELO NÚMERO DE DOSES APLICADAS.

NOVA DIRETORIA

Nova Diretoria gestão 2018/2021 é eleita

Comunicamos o encerramento do processo eleitoral da
Nova Diretoria do SINDIMETAL Maringá – Gestão 2018/2021,
com a participação da maioria absoluta dos associados.
Dos 71 associados aptos a votar, 21 não compareceram por motivo de viagem ou força maior. Dos 50 votantes, tivemos a aprovação da nova chapa por 49 votos, sendo apenas 01 voto pelo não.
Agradecemos a participação e interesse de todos, cabe agora a Nova Diretoria efetiva, a melhor gestão possível.

Seguem membros da nova diretoria:

PRESIDENTE:

CARLOS WALTER MARTINS PEDRO – HIDRO METALÚRGICA ZM LTDA
VICE-PRESIDENTE:
MASSAYOSHI SIRAICHI- ATDL – DIST. DE IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS LTDA
DIRETOR ADJUNTO:
JOSÉ CARLOS BECKHEUSER- IRMÃOS BECKHAUSER LTDA
DIRETOR SOCIAL
MARCOS FLAUSINO DIAS – ABSD – INDUSTRIA DE PEÇAS LTDA
1° SECRETÁRIO:
WILLIAN VILELA- LOGOS MÁQUINAS PARA RETÍFICA LTDA.
2° SECRETÁRIO
JOSÉ SENDESKI NETO- KIDASEN IND. E COM. DE ANTENAS LTDA
1° TESOUREIRO:
PAULO CESAR MALDONADO- OMEGA TECNOLOGIA & SERVIÇOS LTDA.
2° TESOUREIRO
CLÁUDIO LEANDRO ZAVATINI- REALRODAS IND.COM. LTDA
CONSELHO FISCAL
Titulares
JOSÉ DOCE MORENO- NAIFLA IND. E COM. DE PROD. PNEUMÁTICOS LTDA
ABILIO APARECIDO TELES DA SILVA- PRESSURE COMPRESSORES LTDA
ROQUE CORREA JUNIOR- ENGRENAPEÇAS IND. E COM. DE PEÇAS LTDA.
ANTONIO VILLACA TORRES JUNIOR- ORTOBIO IND. COM. DE PROD. ORTOPÉDICOS
CONSELHO FISCAL
Suplentes
MÁRIO MEDEIROS DE CARVALHO- ICOFEPAR IND. E COM. DE FERRO E PLÁSTICOS LTDA.
MÁRIO LAMON- M. LAMON IMPLEMENTOS LTDA
CLAUDIONIR ZAVATINI- REALRODAS IND.COM. LTDA
RAFAEL BURDINI MARGONATO- M.S.F. METALÚRGICA SANTA FÉ LTDA.
DELEGADOS REPRESENTANTES
CARLOS WALTER MARTINS PEDRO
MASSAYOSHI SIRAICHI

 

 

calculo

Liminar garante compensação de créditos de precatórios com débitos de natureza tributária

A ação valerá para indústrias que já haviam realizado parcelamento junto ao Estado do Paraná. 

Informamos que  a Gerência Jurídica da Federação das Indústrias do Estado do Paraná  ajuizou em 11.01.18,  ação ordinária  coletiva  perante o Poder  Judiciário,  com  o fito de  questionar  a legalidade/constitucionalidade  do Decreto n.º 8.470/17,  que  extrapolou os limites do que lhe seria permitido fazer,  de tão somente garantir a fiel execução da Lei n.º 19.182/17,  que autoriza  a compensação de créditos de precatórios requisitórios do Estado do Paraná, de suas Autarquias e Fundações, com débitos de natureza tributária ou de outra natureza que tenham sido inscritos na dívida ativa do Estado do Paraná pela Secretaria de Estado da Fazenda até o dia 25 de março de 2015.

O objetivo da  ação  é de declarar a  ilegalidade/inconstitucionalidade do artigo 1º, § 4º  do referido Decreto,   que restringe  a compensação  dos  débitos  tributários e não  tributários que  foram objeto de  Termo de  Parcelamento com   o Estado do Paraná. Segundo a tese  defendida pela  FIEP, o  Decreto  obsta  compensação que  a lei não prevê e, por isso,  é inconstitucional e  ilegal nesse ponto,  por ofensa ao princípio constitucional  da legalidade.

Para contribuir  com  o sucesso da ação  contamos com a colaboração das indústrias que tenham  parcelamentos de  dívidas  junto ao  Estado do Paraná e  cuja compensação com precatórios  tenha  sido obstada,  entrem em contato conosco para orientações.

Qualquer  dúvida  estamos à disposição.

 

material contribuição foto

Emita sua Guia da Contribuição Sindical Patronal

A Diretoria da CNI aprovou em 27/09/16, a Tabela da Contribuição Sindical das empresas industriais para 2017. O prazo de recolhimento expira em 31/01/17, devendo os débitos em atraso ser recolhidos nos termos do art. 600 da CLT.

Para os empregadores industriais que venham a estabelecer-se após essa data, o recolhimento deve ocorrer na ocasião em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade, consoante determina o art. 587 da CLT.

 

Para emitir a guia, CLIQUE AQUI.