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Rodada de Negócios prospecta novos mercados para o setor metalmecânico

Evento aconteceu no último dia 21 de novembro e abriu oportunidade para que empresários ampliarem sua rede de contatos, firmarem parcerias e apresentarem seus serviços para grandes empresas.

Com a intenção de gerar novas parcerias, ampliar a rede de relacionamento e estimular a geração de negócios e mercados, empresários do setor metalmecânico puderam participar da Rodada de Negócios Empresarial. Na ocasião, os gestores de micro e pequenas empresas apresentaram de maneira direta e individual seus produtos e serviços para grandes empresas da região. O evento aconteceu no dia 21 de novembro,  no Senai IST, em Maringá.

A ação é organizada pelo Sindimetal – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá, Fiep e Sebrae Paraná. Entre as grandes empresas  participantes, chamadas de âncoras, estiveram Usaçúcar, Romagnole e a Coca-Cola Femsa. Os gestores de micro e pequenas empresas de indústrias, comércios e serviços em geral, de tecnologia, prestadores de serviços diversos e outros interessados em participar do evento foram convidados pelo Sindimetal e pelo Sebrae, priorizando atender as demandas das empresas âncoras. O Sindimetal enviou convite via e-mail para toda sua base de atuação. “Nosso objetivo foi dar oportunidade a todas as empresas de nossa base para participar dessa iniciativa e movimentar o setor de forma geral. As indústrias que puderam atender a demanda, participaram e tivemos bons feedbacks”, comentou Carlos Walter Martins Pedro, presidente do Sindimetal Maringá.

Marcelo Wolff, consultor do Sebrae/PR explicou que a rodada de negócios é um evento de curta duração em que a sua metodologia prevê a realização de diversas reuniões de negócios entre empresários que demandam e ofertam serviços e produtos, com gestores que necessitam contratar. “É um encontro efetivo, em que ambas as partes podem firmar parcerias pelo crescimento dos negócios. Para a micro e pequena empresa é um momento de ter entre a sua carteira de clientes grandes empresas que são referência na região”, afirmou.

Para o diretor da Usaçucar, Paulo Meneguetti, o retorno da rodada não poderia ser melhor. “Tive um bom feedback do meu pessoal. Todos gostaram muito dos resultados que a rodada proporcionou”, comentou.

Para Jorge Henrique Minguetto, Gerente de Compras da Romagnole, o evento foi muito produtivo. “Agradecemos o convite e parabenizamos o Sindimetal e o Sebrae pelo evento. Temos certezas que grandes parcerias serão construídas”, disse.

transformação

Paraná foi o que mais aumentou participação no PIB do país

O Paraná ampliou de 6% para 6,3% a participação na economia do País. Os dados são da pesquisa Contas Regionais, divulgados em 16 de novembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativa a 2015.

De acordo com o IBGE, o Paraná foi o Estado com maior ganho de participação no Produto Interno Bruto (PIB) do País, com 0,3 ponto percentual de crescimento. Na sequência vieram Bahia, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul, com 0,2 p.p. cada um.

Em 2015, o PIB paranaense somou R$ 376,960 bilhões. O desempenho aproximou ainda mais o Estado do Rio Grande do Sul no ranking das maiores economias do Brasil. O Paraná está na quinta posição, com 6,3%, e os gaúchos seguem em quarto (6,4%).

“Mais um dado importante, que demonstra a vitalidade da economia paranaense, mesmo em tempos de queda da atividade econômica. Neste ano, temos vários indicadores positivos e as estimativas de crescimento do PIB estadual são bastante otimistas, reforçando o bom ambiente que criamos para apoiar o desenvolvimento do Estado”, avaliou o governador Beto Richa.

DIVERSIFICADA – “Esse aumento de participação se deve ao fato de que a economia do Paraná é diversificada e com solidez em todos os setores, não apenas na agropecuária, mas também no comércio, indústria e serviços”, explica Júlio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

Em 2010, o Paraná detinha 5,8% de participação na economia do País. Entre 2010 e 2015, das 15 atividades econômicas pesquisadas pelo IBGE, o Paraná aumentou participação em 14 delas.

Os destaques ficaram por conta da indústria da transformação, cuja participação no total do País passou de 6,84% para 8,01%; e eletricidade, gás, água e esgoto e gestão de resíduos, de 9,94% para 11,57%.

A exceção foram atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, cuja participação do Estado no setor nacional passou de 4,45% para 4,16%, impactado principalmente pelo fim das operações do HSBC no Estado.

RETRAÇÃO GENERALIZADA – De acordo com o IBGE, pela primeira vez desde a série iniciada em 2012, o PIB recuou em todas as unidades da federação. O Paraná sentiu menos os efeitos da crise e aumentou a participação na economia do País mas, assim como os demais Estados, sentiu os efeitos da recessão.

O PIB do Paraná caiu 3,4% em 2015, pouco abaixo do registrado pelo Brasil, com recuo de 3,5% no ano.

Mato Grosso do Sul (-0,3%), Roraima (-0,3%) e Tocantins (-0,4%) foram os Estados com as menores quedas, enquanto Amapá (-5,5%), Amazonas (-5,4%) e Rio Grande do Sul (-4,6%) tiveram as reduções mais acentuadas.

Em 2015, apenas cinco estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná) foram responsáveis por 64,7% do PIB nacional.

PER CAPITA – O Paraná tinha um PIB per capita de R$ 33.960,36 em 2015, o sexto maior do País. O Distrito Federal liderava o ranking, com renda per capita de R$ 73,971,05, 2,5 vezes e meia maior do que do Brasil.

 

Fonte AEN

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Máquina desenvolvida no Senai Paraná é solução inédita para resíduos industriais

Um estudo da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) aponta que o Brasil produz, todos os anos, cerca de 33 milhões de toneladas de resíduos industriais. Deste volume, a entidade acredita que 25 milhões de toneladas não recebem o tratamento adequado. Entre os resíduos gerados pela atividade industrial estão os cavacos, pedaços de aço que “sobram” no processo de usinagem. Além do aço, o material contém óleo, utilizado para refrigerar a área de corte e evitar que o atrito causado durante o processo cause danos à peça e à ferramenta de corte. Com o objetivo de dar uma destinação correta aos cavacos produzidos nas indústrias, o Instituto Senai de Tecnologia (IST) em Metalmecânica, instalado em Maringá, desenvolveu o protótipo de uma máquina de beneficiamento de cavaco e recuperação de óleo. O modelo é inédito no mundo e já desperta o interesse de outros países.

Atualmente, para garantir o descarte adequado deste tipo de resíduos, as indústrias possuem centrais de cavaco em suas fábricas. Quando as centrais ficam cheias é preciso fazer a contratação de uma empresa especializada e externa para fazer a retirada e o transporte do material, o que gera gastos para a empresa.

O protótipo da nova solução, criado no IST em Metalmecânica, pode ser instalado dentro das fábricas para que todo o processo de beneficiamento do material aconteça in loco. A ideia da máquina surgiu a partir da curiosidade do engenheiro eletricista João Pedro Kovalchuk, que resolveu estudar as centrais de cavaco e a potencialidade de geração de calor do resíduo. O processo fez com que, em parceria com o engenheiro mecânico Guilherme Barani, o primeiro esboço de um equipamento de aproveitamento desse material fosse criado.

“Em vez de existir as centrais, o equipamento pode ser instalado e receber até 10 toneladas de cavaco por dia. O processo de beneficiamento de 1,5 toneladas dura 80 minutos”, explica Kovalchuk. O ponto alto da máquina é que, neste processo, o óleo é separado e recuperado, podendo voltar para a cadeia produtiva da indústria. “Isso vai gerar uma economia grande já que o litro de óleo custa, em média, R$40,00. A máquina permite a utilização do mesmo óleo entre 15 e 30 vezes”, informa Guilherme. Além disso, a retirada do óleo é feita por pressão negativa (a vácuo), o que também é novidade, já que até então o procedimento exigia grandes máquinas de centrifugação ou prensagem.

O protótipo criado pela equipe do IST também permite que o calor gerado no processo seja usado para aquecer até 500 litros de água a custo zero e sem emissão de carbono. De acordo com o estudo realizado pelo Instituto Senai, o potencial de mercado para o equipamento é de mais de 5,5 mil máquinas no Brasil. Em todo o mundo, o número sobe para 30 mil.

Desenvolvimento

Embora tivessem uma primeira concepção de projeto, os engenheiros reconhecem que ela era muito “rudimentar” e, por isso, apresentaram a proposta no IST em Metalmecânica.

“Nós chegamos com a ideia. Nada além disso. A equipe do Senai desenvolveu uma pesquisa de mercado, os cálculos, o projeto, o design e sugeriu melhorias. Tudo. O resultado ficou muito além do que a gente poderia imaginar”, comemora Kovalchuck.

De acordo com o gerente do IST em Maringá, Luiz Antonio Mendonça, o Instituto é importante para ajudar a tirar boas ideias do papel. “Além da nossa equipe de engenheiros, designers e especialistas, o IST tem máquinas, equipamentos e softwares de engenharia que ajudaram a montar o primeiro protótipo. No caso da máquina de cavaco, o produto chamou a nossa atenção desde o início, por representar uma inovação na área ambiental muito importante para a indústria no mundo”, reforça.

O Instituto recebe propostas em duas entradas: o Laboratório Aberto, que é uma espécie de “coworking tecnológico” e também pela área de Pesquisa em Desenvolvimento e Inovação, na qual os projetos chegam por meio de editais e/ou contratação direta. “Isso colabora com o aumento da produtividade e da competitividade da indústria em vários níveis. Uma máquina com uma solução inovadora, como a proposta pelos engenheiros, gera o aproveitamento pleno da indústria, economia e utiliza a capacidade máxima produtiva das organizações”, afirma o superintendente do Sesi e IEL e diretor do Senai no Paraná, José Antonio Fares.

Inovação

Empresas dos Estados Unidos e Canadá já demonstraram interesse e os engenheiros deram início ao processo de obtenção de patente em outros países. “Resíduo é uma palavra que não deveria existir no dicionário industrial. Ele deveria se transformar em insumo para a indústria. Inovação é isso: repensar o que já está sendo desenvolvido e propor novas alternativas”, acredita o gerente-executivo de Inovação do Sistema Fiep, Luiz Carlos Ferracin.

Mais informações sobre os institutos Senai de Tecnologia podem ser obtidas no site: www.senaipr.com.br/para-empresas/

 

Fonte: Agência Fiep

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Sindimetal e Sebre promovem Rodada de Negócios do Setor Metalmecânico

Nesta terça-feira (21), acontece no Senai IST a Rodada de Negócios do Setor Metalmecânico, promovida pelo Sindimetal e Sebrae.

A Rodada tem o objetivo de incentivar e impulsionar o setor com produtos e serviços demandados por empresas âncoras como: Usaçúcar, Romagnole e Coca-Cola.

A participação na rodada é gratuita e realizada mediante inscrição prévia realizada via formulário enviado a todas as empresas do setor por meio do Sindimetal.

Estão confirmadas a participação de 49 empresas, que realizarão uma dinâmica especial para expor seus produtos e serviços.

A rodada acontece às 13h45, na Sala Metalmecânica e será capitaneada pelos consultores do Sebrae. Convite Rodada de Negócios 20_11 whats 3 ok

 

Inscrições para participação CLIQUE AQUI

Mais informações: Sindimetal Maringá 44 3224-4186

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Público qualificado marca 12ª edição da Feira Metalmecânica em Maringá

Com um significado para o mercado industrial, que extrapolou os limites do Pavilhão Internacional de Exposições de Maringá, a Feira Metalmecânica em Maringá, realizada de 25 a 28 de outubro, cumpriu com muita eficácia a tarefa de servir como palco de otimismo e de retomada dos negócios, envolvendo boa parte das mais de duas mil indústrias que fazem das regiões norte e noroeste do Paraná o quarto pólo industrial metalmecânico da região sul do Brasil.

Com um universo expositor, que reuniu mais de 120 marcas, a Feira Metalmecânica recebeu um público altamente qualificado onde proporcionou um resultado além do esperado por boa parte dos expositores que tiveram suas expectativas superadas, tanto na confecção de orçamentos quanto nos negócios efetivados nos quatro dias de realização do evento, que entrou em sua 12ª edição.

“O melhor sintoma a medir a satisfação gerada pela feira está na solicitação de renovações que, em volume superior ao registrado ao final da feira em 2015, revela que a expectativa é de retomada plena dos negócios e do desenvolvimento dos projetos de modernização e ampliação das plantas fabris deste que é um dos mais diversificados do Brasil”, comentou Cássio Dresch, da Diretriz Feiras e Eventos, realizador do evento.

 

Sobre o evento:

A Feira Metalmecânica, é uma feira tradicional de negócios e referência do quarto maior pólo metalmecânico do sul do país. O setor impulsiona a economia e incentiva os avanços tecnológicos da indústria de máquinas e equipamentos. A Feira atrai visitantes, representantes e compradores do extenso Parque Fabril paranaense e a presença cada vez maior de demandadores de bens de capital instalada no Mato Grosso do Sul e Sudoeste Paulista.

O Sindimetal e o Senai Paraná apoiaram o evento e juntamente com  parceiros apresentaram soluções e inovação para indústrias. “A feira foi uma excelente oportunidade de contato direto entre expositor, comprador e indústria além de ser um bom momento para fortalecimento do setor”, ressaltou o Presidente do Sindimetal, Carlos Walter Martins Pedro.

A realização e promoção da Feira Metalmecânica é da Diretriz Feiras e Eventos. A 13ª edição do evento em Maringá está programada para julho de  2019.

 

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Reforma Trabalhista em pontos específicos é tema do 12º Encontro com RH no Sindimetal

No último dia 25, na sede do Sindimetal aconteceu o 12º Encontro com RH, com a palestra ministrada pelo advogado do Sindicato, Reginaldo Farias.

O tema da palestra foi: Reforma Trabalhista, panorama anterior e posterior:

-Remuneração

-Homologação da Demissão

– Termo anual de quitação de contrato de Trabalho

-Extinção do contrato por acordo entre empregado e empregador.

Participaram 12 indústrias.

 

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5 motivos para fazer parte do sindicato do seu setor

O sindicato empresarial existe para unir pessoas que acreditam na indústria e na importância para o país. Cabe à entidade mobilizar empresários, captar demandas e representar a indústria na busca por um ambiente de negócios melhor no Brasil. Os sindicatos também são grandes aliados das empresas ao oferecerem serviços, cursos e consultoria para melhorar o desempenho dos negócios.

Por isso, quanto maior a participação dos empresários junto aos sindicatos, mais forte fica a indústria. É justamente esse o objetivo da nova campanha da Confederação Nacional da Indústria (CNI): incentivar os empresários a se aproximarem de quem os representa. Listamos cinco vantagens que os sindicatos oferecem para a indústria:

1. Os sindicatos defendem os seus interesses
Uma das principais missões dos sindicatos é identificar potenciais riscos e oportunidades para as indústrias e construir propostas que garantam avanços e impeçam retrocessos ao segmento empresarial que defendem. Além de agir junto aos governos locais, os sindicatos têm o apoio das federações de indústria e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para defender os interesses da indústria perante os governos estaduais e federal.

2. Lideram negociações coletivas
São as entidades que negociam com representantes de sindicatos dos trabalhadores e buscam o equilíbrio nas relações de trabalho. As instituições dialogam para chegar a acordos tanto sobre aspectos econômicos – salários, gratificações, horas extras – quanto sociais, como jornada de trabalho, saúde e segurança, intervalos, entre outros.

3. São fontes de informação 
Sindicatos têm ferramentas para acompanhar o desempenho das indústrias que representam. Oferecem aos associados estudos e indicadores setoriais fundamentais para a tomada de decisões e a identificação de ações necessárias à melhoria do ambiente de negócios. Além disso, distribuem boletins informativos com novidades sobre temas de interesse da indústria.

4. São verdadeiros braços direitos das empresas
O menu de serviços que os sindicatos oferecem aos associados é bem variado. Além de assessoria técnica, também oferecem consultoria jurídica, orientação sobre tomada de crédito, convênios com parceiros e central de compras. São os sindicatos que viabilizam a oferta de cursos e oficinas do Associa Indústria , eixo do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) , que orienta empresários sobre melhorias na administração dos negócios e como lidar com dilemas do dia a dia, como leis trabalhistas e ambientais, fiscalização e tributos. Os sindicatos também oferecem condições especiais para as indústrias associadas em soluções das federações de indústrias, do Serviço Social da Indústria (SESI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

5. Promovem a integração produtiva e a troca de experiências entre empresários
Ao participar do sindicato, o empresário passa a integrar uma rede composta por diversos outros empresários do setor, representantes das federações, da CNI, de universidades, além de fornecedores de insumos para o setor. Essa rede possibilita o compartilhamento de boas práticas, a discussão de dificuldades e pode até mesmo dar origem a uma central de compras coletivas, gerando economia para todos os envolvidos.

Quer saber mais sobre a campanha? Assista o vídeo e acesse o site: www.industriaforte.com.br

Por Ariadne Sakkis
Da Agência CNI de Notícias

 

 

 

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Indústria de máquinas demonstra melhora

Um dos principais motivos para a melhora nas exportações é o crescimento econômico da Argentina que representa 42,6% das compras feitas pela América Latina até agosto

Fonte: DCI

A exportação, que hoje representa 40% do faturamento da indústria de máquinas e equipamentos, está minimizando os impactos da crise no setor. Porém, o desempenho dos embarques não deve evitar uma nova queda na receita das fabricantes em 2017.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Carlos Merchasan, disse que, apesar da previsão de retração de 2% neste ano, o setor começa a enxergar uma retomada do crescimento. “Começamos o ano com projeção de queda de 8% e fomos gradativamente diminuindo este número negativo”, explica.

Porém, ele destaca que a retomada das vendas ainda é muito baixa e o setor deve demorar um tempo considerável até gerar bons resultados. Um dos principais motivos para a melhora nas exportações é o crescimento econômico da Argentina, que representa 42,6% das compras feitas pela América Latina até agosto.

A soma das exportações no mês passado foi de US$ 835,53 milhões, alta de 14,9% ante julho e de 19,9% na comparação anual. Neste ano, acumulado até agosto, os embarques totalizaram US$ 5,6 bilhões, avanço de 6,7% sobre o mesmo período de 2016. Na mesma base de comparação, as importações recuaram 25,4%.

Vendas internas

Em agosto, o faturamento da indústria de bens de capital mecânicos atingiu R$ 6,09 bilhões, alta de 2,6% na comparação anual. Nos oito primeiros meses de 2017, o setor faturou R$ 44,15 bilhões, recuo de 4,1% ante igual intervalo do ano passado. Em relação ao emprego, o setor encerrou agosto com 288,395 mil funcionários, queda de 0,2% sobre o registro de julho. Na comparação com o mesmo mês de 2016, o número de postos de trabalho apresentou redução de 5,7%.

Fonte: Rota Metalmecânica

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Voucher Tecnológico: Indústrias associadas tem até 80% de subsídio

Conheça o  VOUCHER TECNOLÓGICO PARANÁ

Subsídio de até 80% para indústrias associadas!!!

Para indústrias com demandas de tecnologia, processos, produtos e serviços.

Atendimento realizado pelo Instituto de Tecnologia e Inovação SENAI PR, por meio do

Programa SEBRAETEC.

PRAZO DE INSCRIÇÕES: até 12/11/2017.

QUEM PODE PARTICIPAR?
MPE – Micro e pequenas empresas formalizadas e com faturamento bruto anual de até R$ 3.6 milhões/ano.

MAIS INFORMAÇÕES:

Para inscrever-se, preencha o formulário eletrônico, CLICANDO AQUI.

Para acesso ao Edital Clique aqui.

Para contato com Silvana Kumura pelo telefone: 44 9 8853-5870
ou e-mail: jean.zalite@pr.senai.br

 

 

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Aberta

Unidades móveis do Senai serão destaque na Feira Metalmecânica 2017

Projetadas para serem um ambiente propício para o aprendizado e a prática de uma determinada ocupação, as Unidades Móveis são carretas semirreboques totalmente customizadas com mobiliários e equipamentos necessários para cada tipo de curso. As carretas de Usinagem e Soldagem estarão na Feira Metalmecânica que acontece de 25 a 28 de outubro, no Parque Internacional de Exposições de Maringá.

Os cursos que elas oferecem:

Para soldagem: Aperfeiçoamento Avançado em Processos de Soldagem; Aperfeiçoamento Avançado em Processos de Soldagem MIG, MAG, TIG e Eletrodo Revestido; Aperfeiçoamento Básico em Processos de Soldagem TIG; Aperfeiçoamento Básico em Processos de Soldagem; Aperfeiçoamento Básico em Processos de Soldagem MIG/MAG; Aperfeiçoamento Intermediário em Processos de Soldagem Eletrodo Revestido; Atualização para Soldador de Eletrodos; Processo Básico de Soldagem Eletrodo Revestido e Oxicorte; Soldador; Soldador no Processo Eletrodo Revestido em Aço Carbono e Aço Baixa Liga; Soldador no Processo TIG; Soldagem de Tubulações em Aço Carbono no Processo MIG-MAG.
Para Usinagem: Aperfeiçoamento em Técnicas de Usinagem; Operação de Torno com Comando Numérico; Operação e Programação de Fresadora CNC; Operação e Programação de Fresadora CNC; Operador de Centro de Usinagem com Comando Numérico; Operador de Torno com Comando Numérico; Programação de Torno CNC; Programação Avançada de Torno CNC; Programação e Operação de Centro de Usinagem.

 

A Feira:

De 25 a 28 de outubro, acontece em Maringá a 12ª edição da Feira Metalmecânica. Serão mais de 150 marcas expositoras, reunidas no Pavilhão Azul do Parque Internacional de Exposições de Maringá. A Feira Metalmecânica,  é uma feira tradicional de negócios e referência do quarto maior pólo metalmecânico do sul do país. O setor impulsiona a economia e incentiva os avanços tecnológicos da indústria de máquinas e equipamentos. A Feira atrai entre os mais de quinze mil visitantes, representantes e compradores do extenso Parque Fabril paranaense e a presença cada vez maior de demandadores de bens de capital instalada no Mato Grosso do Sul e Sudoeste Paulista. Esta é uma oportunidade de contato direto entre empresa e comprador.  São segmentos com presença confirmadas na feira: Máquinas, Ferramentas, Usinagem, Soldagem, Corte e conformação, Manutenção e operação industrial, EPI’S , Automação, Softwares, e muito mais. Simultaneamente ao evento acontece o Fórum Potência que reunirá industrias com atividades relacionadas com o setor elétrico. Também a Eletron Maringá, feira sul brasileira da indústria eletroeletrônica, completando a mostra de tecnologias. O Sindimetal e o Senai Paraná apoiam o evento e promovem com  parceiros como o IEL, banco de empregos, e com o Instituto Senai de Tecnologia, soluções e inovação para indústrias. Esta é uma excelente oportunidade de contato direto entre expositor, comprador e indústria. A realização e promoção da Feira Metalmecânica é da Diretriz Feiras e Eventos. Esta é uma excelente oportunidade de contato direto entre expositor, comprador e indústria. A realização e promoção da Feira Metalmecânica é da Diretriz Feiras e Eventos.