Dra Josiane

Estabilidade no emprego é tema de palestra no Sindimetal

A legislação trabalhista assegura a empregados da iniciativa privada regidos pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) direito a estabilidade no emprego. Pela lei, estão amparados e não podem ser demitidos sem justa causa, desde que preenchidos os requisitos legais, membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), empregada gestante, dirigente sindical e trabalhador que sofreu acidente de trabalho.

Esses e outros casos de estabilidade previstos na legislação trabalhista foram explanados no 2º Encontro com o Recursos Humanos (RH), promovido na sede do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá, no último dia 18 de maio.

A assessoria jurídica do Sindimetal, Josiane Cristina da Silva, detalhou aos participantes as principais estabilidades e suas implicações no dia a dia das empresas.

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Empresas que aderiram ao programa de competitividade receberão consultoria

A partir de 20 de junho começarão as consultorias individuais para as empresas que aderiram ao Programa de Apoio à Competitividade das Indústrias, desenvolvido pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá (Sindimetal) em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). As consultorias continuarão até setembro e cada empresa tem direito a 12 horas do serviço.   Na primeira fase do programa, o professor Jerry Kato ministrou a  palestra “Elaborando um plano estratégico para tempos difíceis” para representantes das 20 empresas que aderiram ao programa com o objetivo de promover a competitividade empresarial, melhorar a gestão e fortalecer o associativismo no setor industrial.  Foi em 1 de junho, ocasião em que ele falou sobre gestão financeira e de custos na sede do Sindimetal.  Kato também foi o responsável pelo diagnóstico individual das necessidades em finanças e custos das empresas participantes, após visitas e aplicação dos questionários.   O programa O Programa de Apoio à Competitividade das Indústrias foi criado com o objetivo de promover a competitividade empresarial, melhorar a gestão e fortalecer o associativismo no setor industrial.  O projeto conta com R$ 120,7 mil de recursos para melhorar a gestão financeira, gestão da produção, ênfase em layout do processo produtivo, eficiência energética, gestão comercial e gestão da inovação. A Federação está custeando 80% do valor, ou seja, R$ 94,4 mil. A contrapartida de 20%, no total de R$ 26,2 mil, cabe ao grupo de indústrias participantes. O tempo de execução varia entre 9 e 12 meses.

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Sindimetal fará projeto para fortalecer competitividade industrial

 

Promover a competitividade empresarial, melhorar a gestão e fortalecer o associativismo no setor industrial. Esses são os objetivos do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá (Sindimetal) com Programa de Apoio à Competitividade das Indústrias, que conta com a parceria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

O projeto terá R$ 120,7 mil de recursos para melhorar a gestão financeira, gestão da produção, ênfase em layout do processo produtivo, eficiência energética, gestão comercial e gestão da inovação. As ações serão desenvolvidas com o apoio de consultores contratados, que atenderão individualmente as empresas.

Para receber o subsídio aprovado, o projeto apresentado pelo Sindimetal à Fiep precisa da adesão de 20 empresas associadas. A Federação custeará 80% do valor, ou seja, R$ 94,4 mil. A contrapartida de 20%, no total de R$ 26,2 mil, caberá ao grupo de indústrias participantes. O tempo de execução varia entre 9 e 12 meses.

As empresas associadas ao Sindimetal têm prazo até a próxima sexta-feira (25) para fazer a adesão ao Programa de Apoio à Competitividade das Indústrias através do telefone 3224-4186 ou pelo

email sindimetal@sindimetal.com.br.

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SEGURANÇA NO TRABALHO: Indústria sem riscos ao trabalhador. O Sindimetal em parceria com Senai ajuda nisso!

web_shutterstock_63799822O ambiente da sua indústria é seguro? Os seus colaboradores dispõem de condições adequadas para a realização das tarefas diárias? O maquinário oferece algum risco à saúde ou vida dos trabalhadores? Mais do que cumprir a lei, empresas que adotam as práticas previstas na Norma Regulamentadora 12 (NR-12), criada pelo Ministério do Trabalho, ganham com aumento da produtividade e redução de gastos com acidentes e doenças do trabalho.

imagem 2As indústrias associadas ao Sindimetal Maringá que tiverem dúvidas sobre as normas de segurança a serem adotadas podem contratar ajuda especializada na elaboração do diagnóstico para o cumprimento da NR-12, através de uma parceria firmada com o Senai.

Os profissionais do Senai vão até a indústria para avaliar os maquinários e as necessidades de adequação à lei. Os técnicos vão elaborar um diagnóstico de situações de não-conformidade, valor de cada infração de acordo com a lei, bem como um cronograma para implantação das adequações. O diagnóstico ajudará a revelar, por exemplo, que para cumprir a lei, poderá não ser economicamente viável fazer os ajustes em alguns maquinários.
A parceria prevê consultorias individuais, com desconto de 30% sobre as horas técnicas praticadas pelo Senai, que hoje é de R$ 150 por hora. A parceria com o Sindimetal foi assinada em 15 de setembro e terá validade de 120 dias. Para contratar a consultoria as indústrias devem procurar o Sindimetal.

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Sindimetal alerta indústria sobre Segurança do Trabalho

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Evento realizado pelo Sindimetal no fim de setembro levou a colaboradores e líderes de indústrias associadas informações sobre a importância da obediência às normas de Segurança do Trabalho. Trata-se de uma palestra que teve como tema “Conscientização do Uso de EPI’s”.
Responsável por ministrar a palestra, a técnica em Segurança do Trabalho do Serviço Social da Indústria (Sesi), Walesca Greguoldo, elencou consequências tanto para o trabalhador (a exemplo de advertências e acidentes), quanto para o empregado (a exemplo de multas), do uso incorreto ou da ausência de Equipamento de Proteção Individual (EPI). Segundo ela, as empresas, além de serem obrigadas a ofertar EPI aos funcionários, também são responsáveis por orientar o uso adequado e supervisionar. Durante a explanação, ela ensinou sobre a utilização dos equipamentos mais comuns, como protetor auditivo, óculos, capacete, luva, calçado de segurança, máscara de solda e cinto de segurança.
“A empresa precisa advertir o funcionário que não faz uso o EPI conforme indicação. Esse funcionário pode até ser demitido se não atender às exigências. Se um fiscal do Ministério do Trabalho visitar uma obra e vir que há colaboradores fazendo uso inadequado do equipamento, e que a empresa não faz advertência, multas são aplicadas”. Ela acrescentou que se ficar constatado que não houve advertência por parte da empresa em caso de mau uso pelo empregado, a multa passa dos R$ 2,5 mil (por empregado) e pode chegar a R$ 5750, dependendo da quantidade de colaboradores empregada.