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Formação de preço de venda é tema de curso no Sindimetal Maringá

Ministrado pelo professor Jerry Kato, o Curso Gestão Financeira e de Custos teve seu segundo módulo realizado no último dia 18 de julho.

Com a presença de cerca de 20 indústrias, o curso teve além da explanação do professor, exercícios práticos.

O próximo módulo com o tema: Gestão de Tesouraria e Fluxo de Caixa acontece no próximo dia 16 de agosto.

Esta é uma ação do Sindimetal Maringá, em parceria como Sistema Fiep que realiza do Programa de Competitividade Industrial.

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Modernização trabalhista valoriza a negociação coletiva e garante uma série de direitos aos trabalhadores

Veja as informações no link:

 

http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2017/07/modernizacao-trabalhista-valoriza-a-negociacao-coletiva-e-garante-uma-serie-de-direitos-aos-trabalhadores/

 

Fonte: CNI

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Indústrias participam do Projeto Exporta Mais PR

No último dia 28, as indústrias de Maringá e região receberam das mãos dos representantes do Sebrae o Book da Oferta Exportável do setor Metalmecânico do Projeto Exporta Mais PR. O book tem o objetivo de auxiliar no processo de internacionalização das empresas do setor, e foi construído pelo Sebrae e o Sistema FIEP/CIN – PR, com o apoio do Instituto Mercosul e Sindimetal Maringá.

O book possibilita a identificação de oportunidades para fortalecer os negócios do setor metalmecânico paranaense na América Latina.

O Projeto Exporta Mais PR tem por proposta de valor fornecer suporte e inteligência de mercado com capacitação e apoio técnico especializado para o empresário desenvolver e atuar em canais de conversão de negócios, criando relacionamento ativo com segmentos exportadores no Brasil e compradores no exterior.

A entrega foi marcada por um café da manhã, com a presença dos empresários participantes do projeto. Para a apresentação do mercado, vieram consultores da Colômbia e do Peru,  que juntamente com a equipe visitaram algumas indústrias de Maringá. “Este é o primeiro produto do projeto entregue para os clientes, portanto, já começamos nossos trabalhos”, falou Luiz Antônio Rolim de Moura, assessor da diretoria do Sebrae.

Nos próximos dias serão realizadas outras ações relacionadas ao projeto.

 

Case de Sucesso:

Já participante do Projeto, o representante da empresa Pressure, Carlos Carvalho, esteve no café da manhã para contar aos participantes o sucesso obtido por meio do apoio do Sebrae. “Com o suporte do Sebrae e as portas que abriram para nós, conseguimos conquistar um novo mercado e abrir portas para nosso negócio”, comentou.

De acordo com  Carlos, por meio do Exporta Mais PR, a empresa adquiriu expertise do mercado como ferramenta rápida  e eficiente.

 

Fotos de algumas indústrias visitadas pelos consultores da Colômbia e Peru:

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Pequenas empresas têm acesso a recursos para projetos em metalmecânica

Ideias inovadoras de pequenas empresas podem ser apresentadas pela internet até o final de agosto para o Laboratório Aberto em Metalmecânica do Senai, localizado em Maringá. A empresa propõe a ideia, o Senai auxilia com consultoria técnica, espaço e equipamentos, e o Sebrae, com recursos e consultoria de gestão.

Os projetos devem ter orçamento máximo de R$ 30 mil. Desse total, o Sebrae entra com 70% dos recursos e a empresa, com 30%. O crédito é disponibilizado pelo Sebrae, a partir do programa SIBRATECShop do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Por meio do laboratório, a pequena empresa ou microempreendedor individual têm acesso a suporte técnico, a consultores de gestão e pode utilizar equipamentos para construção de protótipos mecânicos e eletrônicos de novos produtos. “O diferencial do laboratório na atuação nos projetos é acelerar a colocação de um produto de melhor qualidade no mercado, mais bem-acabado”, explica o gestor do laboratório de Maringá, Adilson Jenck. Ele exemplifica com o caso de uma empresa que queria construir um robô para o disparo de mensagens de voz por meio de uma rede interna conectada em wi-fi. O laboratório entrou com os recursos para materiais, a mentoria técnica e a prototipagem em impressora 3D, e a empresa, com a solução eletrônica e o software para construção do robô.

Para ter acesso ao laboratório e aos recursos, a empresa deve preencher o cadastro e submeter a ideia à aprovação pelo site www.lababerto.com.br
Fonte: Fiep PR
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Novidades no Edital de Inovação para a Indústria

Projetos inovadores terão incentivo de mais de R$ 53,6 milhões neste ano para serem desenvolvidos e chegarem ao mercado. O novo Edital de Inovação para a Indústria, antes conhecido como Edital Senai – Sesi de Inovação, já está recebendo inscrições de empresas de todos os portes e startups interessadas em financiar ideias de produtos e processos inovadores.
Neste ano há duas novas categorias: Inovação Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas Industriais, MEI e Startups e Empreendedorismo Industrial. A categoria Empreendedorismo Industrial tem como objetivo incentivar a conexão entre grandes empresas e startups de base tecnológica, uma tendência global. O benefício é a redução de custos das médias e grandes empresas e aumento da qualidade das startups que poderão desenvolver protótipos e tecnologias com apoio dos Institutos Senai.
O programa financiará 285 projetos com custo individual de R$ 75 mil a R$ 400 mil. A expectativa é beneficiar, já em 2017, projetos de inovação de 150 a 200 pequenos negócios. Qualquer empresa do setor industrial e startups de base tecnológica pode inscrever propostas. Acesso o site www.editaldeinovacao.com.br e saiba mais.
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Reforma trabalhista é tema de encontro com RH

Reforma trabalhista é tema da oitava edição do encontro com RH, que aconteceu na sede do Sindimetal Maringá, na última quarta-feira (21). O evento contou com a presença de 20 indústrias representadas por seus diretores e responsáveis pela área de recursos humanos. Este foi um momento de adquirir conhecimento e tirar dúvidas sobre o tema que ainda está em tramitação.

Dentre o tema, foram abordados tópicos como:

-O que deve mudar com a legislação?

-Aspectos práticos sobre as mudanças

-Relações de emprego e suas modernizações.

A palestra foi ministrada pelo advogado do Sindimetal, Reginaldo Farias.

Ao final do encontro, os participantes sugerem temas que tem interesse em saber mais.

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Com tecnologias avançadas, Institutos SENAI de Inovação produzem novos materiais que mudam a vida das pessoas

O sabre de luz usado pelo mestre jedi Yoda, no filme Star Wars, popularizou o Laser – palavra que vem de uma sigla em inglês que significa “Amplificação de Luz por Emissão Estimulada”. O fenômeno, transformado em ferramenta por um físico americano em 1960, tem funções muito mais variadas do que os primeiros fãs de ficção científica poderiam imaginar. Com aplicações em usos prosaicos, como a leitura de CDs, a altamente complexos, como cirurgias médicas, o Laser tem sido cada vez mais usado na indústria devido a suas inúmeras possibilidades, como ser capaz de usinar, fabricar, soldar, tratar superfícies e alterar materiais de forma precisa e eficiente.

Foi por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial criou o primeiro centro dedicado ao processamento de materiais a Laser da América Latina: o Instituto SENAI de Inovação em Laser, sediado em Joinville (SC). Para implantar o centro, o SENAI comprou equipamentos de última geração e contratou profissionais que são referência na área, como o diretor Edson Santos, doutor em Engenharia Mecânica pela Universidade de Osaka, no Japão. “Temos no instituto a segunda maior máquina de deposição a Laser no mundo, sendo que só existem cinco equipamentos desses no Brasil, fabricando peças para indústrias de segmentos como petróleo e gás, aeronáutica, médica e automotiva”, conta ele.

 

Pesquisadores do instituto firmaram parceria, por exemplo, com a startup 3DSINT, de Brasília, para produzir implantes de titânio por impressão 3D a serem utilizados em cirurgias de correção facial. Por sua precisão, a tecnologia permite fazer implantes personalizados após tomografia computadorizada. Os protótipos da placa, desenhada e produzida na medida da necessidade do paciente, estão prontos à espera da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para chegar ao mercado. Outro projeto alavancou os negócios da empresa Welle Laser, de Palhoça (SC), apontada como a startup que mais cresceu no Brasil entre 2014 e 2015. Em conjunto com o Instituto do SENAI, foi desenvolvida uma máquina de usinagem que, com o uso do Laser, é capaz de desenhar em diferentes profundidades e com exatidão. NOVOS MATERIAIS – Inovar no desenvolvimento de novos materiais também é fundamental para empresas que trabalham em condições severas ou muito específicas, como a exploração de petróleo na camada pré-sal ou a indústria aeronáutica. O Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura é especializado em criar produtos customizados que exigem sistemas, processos e materiais de alta precisão e qualidade.  Localizado também em Joinville, o instituto desenvolveu, em parceria com a empresa Tupy S.A., por exemplo, novas ligas de ferro fundidos de alta resistência. “Com essas novas ligas de ferro, mais resistente do que as que existem atualmente no mercado, um projetista pode desenvolver paredes de motores de automóveis mais leves, obtendo maior desempenho e redução do consumo de combustível”, explica o dr. André Zanatta, diretor do instituto, em entrevista à Agência CNI de Notícias. O novo produto já está pronto para entrar no mercado. A Tupy negocia o fornecimento das novas ligas com montadoras da Europa e da América do Norte.  Também é possível aumentar a eficiência de motores revestindo suas peças, como explica o diretor do Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Superfícies, Dr. Alexandre Barros. A especialidade do centro de pesquisa, localizado em Belo Horizonte, é trabalhar com revestimentos de superfícies. “É possível, por exemplo, depositar diamante em superfícies para que a peça tenha baixo coeficiente de atrito. Com isso, podemos aumentar a eficiência energética de motores a combustão”, descreve Barros.

Mais informações no link:

http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2017/06/com-tecnologias-avancadas-institutos-senai-de-inovacao-produzem-novos-materiais-que-mudam-a-vida-das-pessoas/?utm_source=twitter&utm_medium=texto&utm_campaign=cni_institutos_senai_produzem_novos_materiais

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Curso gratuito reune empresários e gestores da área de finanças e fala sobre gestão de custos industriais

Aconteceu no Sindimetal Maringá na noite da última terça-feira (13) o curso gratuito sobre Gestão Financeira e de Custos com o professor Jerry Kato. Graduado em Administração pela UEL e Doutor em Engenharia de produção pela UFSC, Jerry falou a mais de 20 empresários sobre Gestão financeira e de custos em tempos de crise.

O curso que será dividido em quatro módulos e é gratuito para as indústrias associadas.:

-Gestão de Custos Industriais

-Formação de Preço de venda

-Gestão de Tesouraria e fluxo de caixa

-Análise financeira e balanços

“Esta é uma excelente oportunidade para agregar conhecimento e dar um novo recomeço para os tempos de crise”, comenta o professor. O curso tratou de assuntos específicos como: aumentar a produtividade da mão de obra, como evitar despesas com matérias primas e embalagens e como reduzir custos industriais de fabricação de forma inteligente.

“Todos os módulos abordarão situações práticas, fazendo com que os empresários possam mensurar com maior realidade a importância de ações que trato no curso”, comentou.

Para participar dos próximo módulo, é necessário realizar inscrição prévia no Sindimetal Maringá ou solicitar participação por meio do e-mail:

sindimetal@sindimetalmaringa.com.br

O convite para participação é enviado antecipadamente via e-mail para todas as indústrias da base do sindicato.

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A cada real produzido pela indústria, são gerados R$ 2,32 para a economia brasileira

A indústria é o setor que mais gera riqueza para o país. A cada real produzido por ela, são gerados R$ 2,32 para a economia brasileira como um todo. Para se ter uma ideia, a agricultura gera R$ 1,67 e, o setor de serviços, R$ 1,51 a cada real produzido, de acordo com cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A indústria brasileira responde por 55% das exportações do país, 66% dos investimentos privados em pesquisas e desenvolvimento e 30% da arrecadação de tributos federais.

Além disso, a indústria, que emprega 10,5 milhões de trabalhadores, é responsável por 22% dos empregos formais e paga salários acima da média. Enquanto a média salarial dos trabalhadores com nível superior é de R$ 5.272, a dos empregados na indústria é de R$ 7.667. Os trabalhadores com ensino médio recebem, por sua vez, em média, R$ 1.870 e, os da indústria, R$ 2.157. A disparidade salarial entre os profissionais da indústria e a dos demais segmentos ocorre pela maior qualificação da mão de obra do setor.

Mesmo com essa relevância, a indústria vem perdendo participação na economia brasileira. Em 2016, o segmento participou com 21,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Dez anos antes, em 2006, essa participação era de 27,7%. Segundo o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes, isso deve-se a várias causas, dentre elas as crises econômicas, as políticas de correção das crises, a emergência da China como “fábrica do mundo”, a incapacidade de o país corrigir as distorções do seu ambiente econômico que reduzem a competitividade, e ao processo natural do desenvolvimento econômico, em que o setor de serviços aumenta sua participação.

A queda tem sido acelerada em razão da perda de competitividade da indústria brasileira devido a entraves como baixa produtividade do trabalhador, elevação do custo unitário em dólar, infraestrutura precária, burocracia, elevada carga tributária e altos custos com encargos trabalhistas. “As empresas brasileiras têm grande dificuldade de competir com indústrias de outros países. Assim, perdem mercados e, consequentemente, produzem menos, contratam menos e geram menos renda”, ressalta Fernandes.

 

 

Fonte: CNI

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Terceirização foi tema do 7º Encontro com RH

Terceirização é um dos itens que estão presentes nas discussões que envolvem a flexibilização de normas estipuladas pela legislação trabalhista no Brasil. Sancionada no fim de março, a Lei 13.429/2017 – que libera a terceirização para todas as atividades das empresas, foi tema da palestra do 7º Encontro de RH que aconteceu no último dia 24 na sede do Sindimetal.

Falando sobre a Terceirização, o advogado do sindicato, Reginaldo Farias esclareceu dúvidas dos presentes e explanou sobre o tema que ainda gera muitas dúvidas. Participaram representantes de 20 indústrias.

As palestras são gratuitas para indústrias associadas e acontecem sempre pela manhã.

O tema seguinte sempre é definido pelos participantes, de acordo com o interesse de suas indústrias. Aguardem!