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Workshop sobre E-social conscientiza empresários e Rhs das indústrias

Promovido pelo Sesi, em parceria com o Sindimetal Maringá, aconteceu na Casa da Indústria nos dias 20 e 22 de março um Workshop com o tema: E-Social – Obrigatório a partir de junho, sua empresa está preparada?

Ministrada pela Técnica em Segurança do Trabalho do Sesi em Maringá, Carolina Zagoto, o Workshop contou com a presença de mais de 130 pessoas, entre empresários e profissionais de Recursos Humanos.

Esta é um ação que faz parte do Programa do Sesi Sustentabilidade que visa proporcionar conhecimento e interação com as indústrias, promovendo ações que auxiliem no dia a dia da empresa e de seus colaboradores.

No Workshop foram debatidos temas:

-Quais itens de SST são mais críticos ao meu negócio;
-Qual o impacto financeiro minha empresa  está sujeita com a chegada do e-Social;
-Qual a mudança de rotina para o RH com os dados de SST;
-Tenho o PPRA e o PCMSO, isto me basta com o e-Social?

Sobre o E-Social:

Obrigatório no país a partir de janeiro de 2018, o E-Social será a nova forma de prestação de informações do mundo do trabalho que entrará em vigor no Brasil e integrará a rotina de mais de 18 milhões de empregadores e 44 milhões de trabalhadores. O E-Social é um projeto conjunto do governo federal que integra  Ministério do Trabalho, Caixa Econômica, Secretaria de Previdência, INSS e Receita Federal.

A iniciativa permitirá que todas as empresas brasileiras possam realizar o cumprimento de suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma unificada e organizada, reduzindo custos, processos e tempo gastos hoje pelas empresas com essas ações.

Na prática, o E-Social instituirá uma forma mais simples, barata e eficiente para que as empresas possam cumprir suas obrigações com o poder público e com seus próprios funcionários. Quando totalmente implementado, o E-Social representará a substituição de 15 prestações de informações ao governo – como GFIP, RAIS, CAGED e DIRF – por apenas uma.

Além disso, o E-Social também não introduzirá  nenhuma nova obrigação ao setor empresarial. As informações que serão encaminhadas ao programa já precisam ser registradas hoje pelas empresas em diferentes datas e meios, alguns deles ainda em papel.

Além dos avanços que traz ao setor produtivo – por meio da redução de burocracia e do ganho de produtividade – o E-Social também beneficiará diretamente a classe trabalhadora, uma vez que será capaz de assegurar de forma mais efetiva o acesso aos direitos trabalhistas e previdenciários.

A exemplo do módulo do E-Social voltado ao empregador doméstico, já em funcionamento desde de 2015, está sendo desenvolvida uma plataforma simplificada que também será direcionada a outras categorias de empregadores como as micro e pequenas empresas, MEIs – micro empreendedores individuais – e segurados especiais, por exemplo.

Em relação aos MEIs, é importante esclarecer que o E-Social será destinado apenas àqueles que possuam empregados. Sendo assim, a partir de julho de 2018, quando o E-Social torna-se obrigatório para este público, os micro empreendedores individuais continuarão usando o SIMEI, o sistema de recolhimento dos tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional voltado para o microempreendedor, para geração da guia de recolhimento relativa à sua atividade como MEI. Aliado a isso, passarão a utilizar o E-Social para o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e previdenciárias relativas ao trabalhador que empregar .