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Projeto em parceria com o Sesi Paraná reúne empresários no Sindimetal

Aconteceu na última terça-feira (27), a apresentação de validação do Plano de Ação do ProjetoGestão Sustentável e Responsável das PMES. Esse encontro apresentou o desennho dos planos de ação com indicadores priorizados pelas empresas por meio da aplicação do Modelo Sesi de Sustentabilidade para Competitividade e Análise de Valor.

O encontro aconteceu na sede do Sindimetal Maringá e reuniu 10 indústrias.

As próximas ações acontecem ao longo do ano, por meio de workshops com as indústrias participantes.

Esta é mais uma ação em benefício do setor metalmecânico, especialmente às indústrias associadas ao Sindimetal, realizado em parceria com o Sesi Paraná.

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Nova diretoria é empossada no Sindimetal

No último dia 26, aconteceu a reunião para apresentação de assuntos referentes ao setor e posse da Nova Diretoria do Sindimetal Maringá, Gestão 2018/2021.

Dentre os assuntos debatidos, estiveram:

-Planejamento das ações para 2018;

-Reforma Trabalhista.

Composta por novos membros,  a  diretoria gestão 2018/2021 teve a  oportunidade de discutir desafios do setor,  e também conhecer por meio de apresentação do Presidente, Carlos Walter Martins Pedro, os projetos referentes ao Instituto Senai de Tecnologia, que tem o objetivo de auxiliar os empresário do setor metalmecânico.

Após a reunião, os diretores foram recepcionados com um jantar.

Diretoria Gestão 2018 a 2021

Presidente:

Carlos Walter Martins Pedro

HIDRO METALÚRGICA ZM

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Vice-presidente:

Massayoshi Siraichi 

ATDL – DIST. IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

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Secretário:

William Vilela

LOGOS MÁQUINAS PARA RETÍFICA LTDA.

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Diretor Social:

Marcos Flausino Dias

ABSD – INDÚSTRIA DE PEÇAS LTDA.

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Diretor Adjunto:

José Carlos Beckhauser

IRMÃOS BECKHAUSER

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1º Tesoureiro:

Paulo Cesar Maldonado

OMEGA TECNOLOGIA & SERVIÇOS LTDA.

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2º Tesoureiro:

Cláudio Leandro Zavatini

REALRODAS IND E COMÉRCIO

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Conselho Fiscal Titular:

José Doce Moreno

NAIFLA IND COM PROD PNEUMÁTICOS

Abílio Aparecido Teles da Silva

PRESSURE COMPRESSORES LTDA.

Roque Correa Junior

ENGRENAPEÇAS IND. E COM. DE PEÇAS LTDA.

Antônio Villaca Torres Junior

ORTOBIO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS ORTOPÉDICOS LTDA.

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Conselho Fiscal Suplente:

Mário Lamon

M LAMON IMPLEMENTOS AGRICOLAS

Mario Medeiros de Carvalho

MCR COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE FERRAMENTAS EIRELI – EPPLTDA.

Claudionir Zavatini

REALRODAS IND E COMÉRCIO

Rafael Burdini Margonato 

M.S.F METALÚRGICA SANTA FÉ LTDA.

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Diretores:

José Carlos Beckhauser

IRMÃOS BECKHAUSER

Marcos Flausino Dias

ABSD – INDÚSTRIA DE PEÇAS LTDA.

José Sendeski Neto

KIDASEN IND E COM. ANTENAS

Antônio Villaca Torres Junior

ORTOBIO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS ORTOPÉDICOS LTDA.

William Vilela

LOGOS MÁQUINAS PARA RETÍFICA LTDA.

Abílio Aparecido Teles da Silva

PRESSURE COMPRESSORES LTDA.

Mário Lamon

M LAMON IMPLEMENTOS AGRICOLAS

José Doce Moreno

NAIFLA IND COM PROD PNEUMÁTICOS

Claudionir Zavatini

REALRODAS IND E COMÉRCIO

Roque Correa Junior

ENGRENAPEÇAS IND. E COM. DE PEÇAS LTDA.

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Delagados Represesentantes:

Carlos Walter Martins Pedro

HIDRO METALÚRGICA ZM

Massayoshi Siraichi 

ATDL – DIST. IMPLEMENTOS RO

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Encontro trata de Ação Regressiva Acidentária

Aconteceu na manhã do último dia 21, o 14º Encontro com RH – Palestra Jurídica com participação de empresas associadas ao Sindimetal.

O tema tratado foi: Ação Regressiva Acidentária.

Esses encontros acontecem na sede do Sindimetal mensalmente, com palestras explicativas ministradas pelo Departamento Jurídico, representado pelo advogado Reginaldo Farias.

O tema é amplamente discutido e os participantes podem tirar dúvidas que auxiliarão no trabalho do dia a dia. Aberto a todas as indústrias, participam representantes do RH e diretoria de empresas do setor metalmecânico.

Para o mês de março, outro encontro está programado.

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Contribuição Sindical Patronal – mantenha sua indústria bem representada

A Contribuição Sindical Patronal é o principal aporte financeiro que o sindicato tem para representar sua indústria nos ambientes público e privado. Por isso, quanto antes você recolher sua guia, mais cedo poderá usufruir dos benefícios de ser parte do Sistema Indústria.

Quando você paga a Contribuição Sindical, torna-se parte de um grupo forte de empresários representado por entidades legítimas que defendem seus interesses, assessoram juridicamente e realizam negociações coletivas de trabalho em favor da classe industrial.

As indústrias Metalmecânicas de Maringá são representadas pelo Sindimetal Maringá, que é o elo com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná – Fiep, e a Confederação Nacional das Indústrias – CNI.

Se você ainda não recolheu sua contribuição, emita sua guia clicando aqui!

Faça parte!

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Participe! Promova a cultura de inovação em sua empresa

Em 1° de fevereiro, o Sistema FIEP iniciou a 4ª edição da Bússola da Inovação. Os empresários e gestores das indústrias paranaenses realizam uma nova avaliação de suas práticas de inovação. Após o preenchimento de algumas questões, essa ferramenta entrega um diagnóstico imediato e personalizado, resultado da reflexão do participante sobre sua realidade de negócio.

 

Mais informações: Clique Aqui! 

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Estratégias de recursos para inovação em 2018 é tema de evento no próximo dia 06

O Centro Internacional de Inovação do Sistema Fiep convida você para um café da manhã especial, com a presença dos palestrantes Claudia Rocha e Enelvo Martinelli, consultores de recursos para inovação do IEL no Paraná. Durante o evento serão abordadas as principais fontes de fomento à inovação, estratégias para projetos e editais em 2018, além de dicas de escrita para editais de inovação.

CONFIRA AS DATAS DO EVENTO EM SUA CIDADE:

27/02 | Guarapuava

28/02 | Cascavel

01/03 | Francisco Beltrão

02/03 | Rio Negro

06/03 | Maringá

07/03 | Apucarana

08/03 | Londrina

09/03 | Ponta Grossa

 

Inscrições: Clique Aqui! 

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Videoconferência com Paulo Tafner acontece na Casa da Indústria de Maringá

No próximo dia 20 de fevereiro acontece por meio de vídeo conferência na Casa da Indústria em Maringá uma palestra com Paulo Tafner, um dos maiores especialistas brasileiros em Previdência.  O tema da palestra será “Dinâmica demográfica e seus impactos sobre a Previdência no Brasil: anatomia de uma crise”. Após a palestra será realizado Painel com especialistas da área.

O evento:

Videoconferência: Casa da Indústria de Maringá

Para participação, é necessário a confirmação com o nome do participante até 19/02.

 

Inscrições via e-mail ou telefone:

elcia.valentini@sistemafiep.org.br

(44) 3224-7985

 

Paulo Tafner

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Indústria quer mais crédito para acelerar investimentos

Após três anos de resultados negativos, a indústria brasileira virou 2017 com crescimento positivo de 0,2%. O resultado é pequeno e ainda insuficiente para melhorar a participação do setor industrial no Produto Interno Bruto (PIB). O indicador chegou a 21%, mas já foi de 26% em 2012. Apesar do resultado modesto, a indústria de transformação vem apresentando números mais sólidos e deve fechar o ano com alta de 1,2%.

Há situações mais preocupantes. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o setor de manufatura, a parte mais nobre do segmento produtivo, vem perdendo participação no PIB ao longo dos últimos anos. Sua participação desceu de 18% em 2004 para 9% em 2015. Em 2018, deve chegar a 11,1%, o percentual mais baixo em 65 anos.

Embora os números sejam modestos, 2018 deve apresentar um cenário de recuperação mais consistente, esperam entidades e empresários, com menor endividamento das famílias, aumento do crédito e, consequentemente, maior consumo e produção. Segundo análise da Fiesp, a economia deve ganhar força também com as condições mais favoráveis do mercado externo, a melhora do emprego (2017 fechou com mais de 12 milhões de desempregados) e da massa salarial.

As previsões positivas, de acordo com a Fiesp, têm respaldo nos resultados da economia, que apresentou três trimestres seguidos de crescimento do PIB. “É um sinal evidente de recuperação, sustentada pelo consumo”, diz José Ricardo Roriz, diretor do departamento de Competitividade da Fiesp.

Roriz lembra ainda que a prioridade da indústria em 2018 é dinamizar o acesso ao crédito, porque as empresas enfrentam barreiras nessa área. Ele também reivindica taxas de juros mais competitivas que incentivem o investimento em geração de emprego. “Hoje é melhor deixar o dinheiro no banco rendendo do que investir”, afirma Roriz.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a atividade econômica deve se intensificar ao longo de 2018, com menos oscilações e numa trajetória mais clara de crescimento. “Neste cenário, estimamos um crescimento de 2,6% do PIB para o ano que vem, com participação não só do consumo, mas também do investimento”, disse a entidade, salientando que, “do lado da oferta, o crescimento será mais uniforme do que o observado em 2017, com a contribuição positiva da indústria, agropecuária e serviços”.

O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, também concorda com a melhora da economia brasileira em 2017, e a continuidade dos números positivos em 2018, mas espera que o governo resolva alguns problemas que amarram o crescimento do país. “O Brasil controlou a inflação, reduziu os juros, está controlando os gastos e buscando um superavit fiscal”, diz ele.

Até aí, tudo bem. No entanto, Velloso considera que houve um exagero na política de juros altos, que acabou aumentando o desemprego. “Poderíamos ter poupado pelo menos 1,5 milhão de empregos se a dose do remédio (juros) não fosse excessiva”, avalia o presidente executivo da Abimaq, lembrando que a redução dos juros não acompanhou a queda da inflação, o que deixou as empresas em dificuldade até outubro, quando as taxas começaram a cair.

Embora ainda existam muitos problemas para serem resolvidos, em especial a volta dos investimentos e do crédito de longo prazo, Velloso estima que o PIB brasileiro deverá crescer em torno de 5% em 2018, percentual bem acima dos 3% previstos pelo governo. Para o presidente executivo da Abimaq, investimento deve ser a palavra de ordem da equipe econômica do atual governo e do próximo que virá, além das reformas da Previdência e tributária.

Velloso reconhece as dificuldades dos estados, que estão sem capacidade de investimento em função da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos gastos, e da queda da arrecadação, que ainda vai demorar a normalizar-se. Ele também cita os ajustes da União, que fez vários cortes nos investimentos para 2018. Com isso, alerta para a urgência do investimento privado, mas com um custo de capital que seja compatível com o retorno das empresas.

Política industrial

Fernando Figueiredo, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), considera que, do ponto de vista macroeconômico, a reforma tributária é mais importante para a indústria do que a da Previdência. Além das reformas, que devem encaminhar as soluções para o país continuar a crescer de forma sustentável, o governo precisa definir uma política industrial forte para que as empresas voltem a criar empregos de qualidade no Brasil. “Para que isso aconteça, é preciso uma indústria forte e uma política industrial que leve em conta os setores em que o Brasil tem vantagens competitivas, como é o caso da indústria química”, sugere o presidente da Abiquim.

Assim como seu colega da Fiesp, ele defende uma simplificação no sistema tributário que reduza, pelo menos, o custo para cumprir as obrigações impostas pelo Fisco. Figueiredo também defende a diminuição dos custos do gás, que chega a ser 30% mais caro que o insumo concorrente, a energia elétrica brasileira, “a mais cara do mundo”. Enquanto o governo não se mexer, o setor continuará sofrendo.

Fonte: Correio Brasiliense