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Público qualificado marca 12ª edição da Feira Metalmecânica em Maringá

Com um significado para o mercado industrial, que extrapolou os limites do Pavilhão Internacional de Exposições de Maringá, a Feira Metalmecânica em Maringá, realizada de 25 a 28 de outubro, cumpriu com muita eficácia a tarefa de servir como palco de otimismo e de retomada dos negócios, envolvendo boa parte das mais de duas mil indústrias que fazem das regiões norte e noroeste do Paraná o quarto pólo industrial metalmecânico da região sul do Brasil.

Com um universo expositor, que reuniu mais de 120 marcas, a Feira Metalmecânica recebeu um público altamente qualificado onde proporcionou um resultado além do esperado por boa parte dos expositores que tiveram suas expectativas superadas, tanto na confecção de orçamentos quanto nos negócios efetivados nos quatro dias de realização do evento, que entrou em sua 12ª edição.

“O melhor sintoma a medir a satisfação gerada pela feira está na solicitação de renovações que, em volume superior ao registrado ao final da feira em 2015, revela que a expectativa é de retomada plena dos negócios e do desenvolvimento dos projetos de modernização e ampliação das plantas fabris deste que é um dos mais diversificados do Brasil”, comentou Cássio Dresch, da Diretriz Feiras e Eventos, realizador do evento.

 

Sobre o evento:

A Feira Metalmecânica, é uma feira tradicional de negócios e referência do quarto maior pólo metalmecânico do sul do país. O setor impulsiona a economia e incentiva os avanços tecnológicos da indústria de máquinas e equipamentos. A Feira atrai visitantes, representantes e compradores do extenso Parque Fabril paranaense e a presença cada vez maior de demandadores de bens de capital instalada no Mato Grosso do Sul e Sudoeste Paulista.

O Sindimetal e o Senai Paraná apoiaram o evento e juntamente com  parceiros apresentaram soluções e inovação para indústrias. “A feira foi uma excelente oportunidade de contato direto entre expositor, comprador e indústria além de ser um bom momento para fortalecimento do setor”, ressaltou o Presidente do Sindimetal, Carlos Walter Martins Pedro.

A realização e promoção da Feira Metalmecânica é da Diretriz Feiras e Eventos. A 13ª edição do evento em Maringá está programada para julho de  2019.

 

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Reforma Trabalhista em pontos específicos é tema do 12º Encontro com RH no Sindimetal

No último dia 25, na sede do Sindimetal aconteceu o 12º Encontro com RH, com a palestra ministrada pelo advogado do Sindicato, Reginaldo Farias.

O tema da palestra foi: Reforma Trabalhista, panorama anterior e posterior:

-Remuneração

-Homologação da Demissão

– Termo anual de quitação de contrato de Trabalho

-Extinção do contrato por acordo entre empregado e empregador.

Participaram 12 indústrias.

 

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5 motivos para fazer parte do sindicato do seu setor

O sindicato empresarial existe para unir pessoas que acreditam na indústria e na importância para o país. Cabe à entidade mobilizar empresários, captar demandas e representar a indústria na busca por um ambiente de negócios melhor no Brasil. Os sindicatos também são grandes aliados das empresas ao oferecerem serviços, cursos e consultoria para melhorar o desempenho dos negócios.

Por isso, quanto maior a participação dos empresários junto aos sindicatos, mais forte fica a indústria. É justamente esse o objetivo da nova campanha da Confederação Nacional da Indústria (CNI): incentivar os empresários a se aproximarem de quem os representa. Listamos cinco vantagens que os sindicatos oferecem para a indústria:

1. Os sindicatos defendem os seus interesses
Uma das principais missões dos sindicatos é identificar potenciais riscos e oportunidades para as indústrias e construir propostas que garantam avanços e impeçam retrocessos ao segmento empresarial que defendem. Além de agir junto aos governos locais, os sindicatos têm o apoio das federações de indústria e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para defender os interesses da indústria perante os governos estaduais e federal.

2. Lideram negociações coletivas
São as entidades que negociam com representantes de sindicatos dos trabalhadores e buscam o equilíbrio nas relações de trabalho. As instituições dialogam para chegar a acordos tanto sobre aspectos econômicos – salários, gratificações, horas extras – quanto sociais, como jornada de trabalho, saúde e segurança, intervalos, entre outros.

3. São fontes de informação 
Sindicatos têm ferramentas para acompanhar o desempenho das indústrias que representam. Oferecem aos associados estudos e indicadores setoriais fundamentais para a tomada de decisões e a identificação de ações necessárias à melhoria do ambiente de negócios. Além disso, distribuem boletins informativos com novidades sobre temas de interesse da indústria.

4. São verdadeiros braços direitos das empresas
O menu de serviços que os sindicatos oferecem aos associados é bem variado. Além de assessoria técnica, também oferecem consultoria jurídica, orientação sobre tomada de crédito, convênios com parceiros e central de compras. São os sindicatos que viabilizam a oferta de cursos e oficinas do Associa Indústria , eixo do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) , que orienta empresários sobre melhorias na administração dos negócios e como lidar com dilemas do dia a dia, como leis trabalhistas e ambientais, fiscalização e tributos. Os sindicatos também oferecem condições especiais para as indústrias associadas em soluções das federações de indústrias, do Serviço Social da Indústria (SESI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

5. Promovem a integração produtiva e a troca de experiências entre empresários
Ao participar do sindicato, o empresário passa a integrar uma rede composta por diversos outros empresários do setor, representantes das federações, da CNI, de universidades, além de fornecedores de insumos para o setor. Essa rede possibilita o compartilhamento de boas práticas, a discussão de dificuldades e pode até mesmo dar origem a uma central de compras coletivas, gerando economia para todos os envolvidos.

Quer saber mais sobre a campanha? Assista o vídeo e acesse o site: www.industriaforte.com.br

Por Ariadne Sakkis
Da Agência CNI de Notícias

 

 

 

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Indústria de máquinas demonstra melhora

Um dos principais motivos para a melhora nas exportações é o crescimento econômico da Argentina que representa 42,6% das compras feitas pela América Latina até agosto

Fonte: DCI

A exportação, que hoje representa 40% do faturamento da indústria de máquinas e equipamentos, está minimizando os impactos da crise no setor. Porém, o desempenho dos embarques não deve evitar uma nova queda na receita das fabricantes em 2017.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Carlos Merchasan, disse que, apesar da previsão de retração de 2% neste ano, o setor começa a enxergar uma retomada do crescimento. “Começamos o ano com projeção de queda de 8% e fomos gradativamente diminuindo este número negativo”, explica.

Porém, ele destaca que a retomada das vendas ainda é muito baixa e o setor deve demorar um tempo considerável até gerar bons resultados. Um dos principais motivos para a melhora nas exportações é o crescimento econômico da Argentina, que representa 42,6% das compras feitas pela América Latina até agosto.

A soma das exportações no mês passado foi de US$ 835,53 milhões, alta de 14,9% ante julho e de 19,9% na comparação anual. Neste ano, acumulado até agosto, os embarques totalizaram US$ 5,6 bilhões, avanço de 6,7% sobre o mesmo período de 2016. Na mesma base de comparação, as importações recuaram 25,4%.

Vendas internas

Em agosto, o faturamento da indústria de bens de capital mecânicos atingiu R$ 6,09 bilhões, alta de 2,6% na comparação anual. Nos oito primeiros meses de 2017, o setor faturou R$ 44,15 bilhões, recuo de 4,1% ante igual intervalo do ano passado. Em relação ao emprego, o setor encerrou agosto com 288,395 mil funcionários, queda de 0,2% sobre o registro de julho. Na comparação com o mesmo mês de 2016, o número de postos de trabalho apresentou redução de 5,7%.

Fonte: Rota Metalmecânica

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Para contato com Silvana Kumura pelo telefone: 44 9 8853-5870
ou e-mail: jean.zalite@pr.senai.br

 

 

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