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Terceirização foi tema do 7º Encontro com RH

Terceirização é um dos itens que estão presentes nas discussões que envolvem a flexibilização de normas estipuladas pela legislação trabalhista no Brasil. Sancionada no fim de março, a Lei 13.429/2017 – que libera a terceirização para todas as atividades das empresas, foi tema da palestra do 7º Encontro de RH que aconteceu no último dia 24 na sede do Sindimetal.

Falando sobre a Terceirização, o advogado do sindicato, Reginaldo Farias esclareceu dúvidas dos presentes e explanou sobre o tema que ainda gera muitas dúvidas. Participaram representantes de 20 indústrias.

As palestras são gratuitas para indústrias associadas e acontecem sempre pela manhã.

O tema seguinte sempre é definido pelos participantes, de acordo com o interesse de suas indústrias. Aguardem!

senai

Instituto Senai de Inovação de Engenharia de Estruturas inicia operações em Maringá

O estado do Paraná recebe mais um Instituto Senai de Inovação, com foco em Engenharia de Estruturas e missão de promover mais competitividade à indústria, transferindo conhecimento, pesquisa aplicada e inovação. Localizado em Maringá, o Instituto integra a Rede Senai de Institutos de Tecnologia e Inovação, formada no estado do Paraná por 7 Institutos Senai de Tecnologia (IST) e até então, 1 Instituto Senai de Inovação (ISI). O ISI Eletroquímica, em operação desde 2013, é parceiro do novo Instituto em sua constituição e atendimento.

Saiba mais sobre os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação aqui.


Instituto Senai de Inovação em Engenharia de Estruturas (ISI-EE) iniciou suas operações neste ano de 2017, e atualmente está localizado dentro da unidade CTM do Senai – Maringá.

Com planejamento de instalações próprias em breve, o ISI-EE atende por meio de parceiros, as demandas da indústria em seus segmentos de atuação. A Engenharia de Estruturas é um tema de aplicação transversal e de grande potencial inovador que abrange segmentos de mercados de amplo impacto para o desenvolvimento tecnológico do estado e do país, os quais são foco deste Instituto: Energia, Petróleo & Gás; Construção & Arquitetura; Mobilidade & Transporte e Máquinas & Equipamentos.


Portfólio

O portfólio de produtos e serviços do Instituto é amplo e se estende de consultoria técnica, testes laboratoriais, pesquisa aplicada, entre outros, visando utilizar de conceitos e experimentos científicos para elaborar, executar e implantar novos processos ou produtos inovadores. A formação e treinamento de profissionais das indústrias ligados aos projetos de inovação para que possam ser adequadamente explanados do processo de transferência de conhecimento da tecnologia também poderá servir de apoio para o aumento da competitividade.

O portfólio do ISI – EE pretende atender:

Simulação e Modelagem

  • Otimização de estruturas
  • Análise de tensões e deformações
  • Propagação térmica
  • Trincas e Fadiga
  • Multicomponentes
  • Elementos finitos
  • Imersão virtual
  • Softwares
  • Sala Realidade aumentada

Estruturas inteligentes

  • Monitoramento estrutural
  • Sistemas eletrônicos aplicados a estruturas
  • Diagnóstico e manutenção programada
  • Durabilidade e vida útil
  • Desempenho de projetos inovadores
  • Sensores e placas
  • Laboratório

Materiais Leves

  • Aplicação de novos materiais estruturais
  • Preparação de matérias-primas e materiais
  • Cerâmicos, metálicos e compósitos
  • Análise do comportamento
  • Mecanismos de fratura
  • Microestrutura
  • Laboratório de Materiais e técnicas ópticas

Projeto e Desenvolvimento

  • Otimização de projetos e análise de estruturas
  • Modelos e protótipos físicos
  • Fabricação de peças e componentes
  • Processos de manufatura de estruturas
  • Laboratório de protótipos e impressão 3D

Caracterização estrutural

  • Técnicas de investigação do comportamento estrutural
  • Métodos destrutivos e não-destrutivos
  • Comportamento mecânico
  • Análise dinâmica e estática
  • Rigidez, fadiga e vibrações
  • Atuadores e pórticos
  • Laboratório de ensaios

Para mais informações sobre o Instituto Senai de Inovação em Engenharia de Estruturas (ISI-EE) e suas formas de atendimento, os interessados podem entrar em contato pelo tel.: (44) 3293-6732.

 

 

Fonte: Fiep Paraná

calculo

Cresce número de empresas que buscam crédito para capital de giro

Reflexo do momento econômico pelo qual passa o país, a busca por linhas de financiamento para o setor produtivo apresentou mudança entre os anos de 2015 e 2016.  Em 2015, apenas 10% das indústrias buscavam linhas de crédito para capital de giro. No ano seguinte, o percentual passou a 30%. Por outro lado, a procura por linhas para realizar reformas e ou ampliar instalações representava, em 2015, 30% dos atendimentos realizados. Na comparação com 2016, o índice baixou para 15%. O mesmo aconteceu com o capital destinado para a aquisição de máquinas e equipamentos que de 25% passou a 15%. A busca por crédito para inovação e por meio do cartão BNDES se manteve estável, com 10% e 20% dos atendimentos, respectivamente. {Veja no infográfico}

clique para ampliarInfográfico (Foto: Agência Fiep)

Os dados foram consolidados pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e consideram mais de 500 atendimentos realizados para orientar os industriais para a busca das linhas mais adequadas ao seu perfil e necessidade.O gerente de economia, Desenvolvimento e Fomento da Fiep, Marcelo Percicotti, acredita que no primeiro semestre de 2015, quando a busca por reformas e para aquisição de máquinas somavam 55% dos atendimentos, ainda havia uma propensão do industrial a investir.  “Já em 2016, a procura pelo crédito para ampliar as instalações ou a capacidade produtiva corresponderam a 30% dos atendimentos. Os dados mostram que o industrial, em função da instabilidade no ambiente de negócios, recuou os investimentos. Com a acentuação da crise, a receita diminui, os custos continuaram os mesmos e a demanda por giro aumentou consideravelmente”, analisa.

Crédito para oxigenar os negócios

O financiamento quando utilizado com critério impulsiona a atividade produtiva. A Fiasul Indústria de Fios, com sede em Toledo, no Oeste do Paraná, soube fazer isso e o crédito foi a diferença entre manter-se no mercado e fechar as portas. “Dificilmente conseguiríamos continuar ativos sem o acesso ao financiamento”, afirma Rainer Zielasko, CEO da empresa, que produz fios de algodão para a indústria de confecção.  Ele conta que em 2014 uma das duas unidades fabris foi destruída por um incêndio.

“Vínhamos numa curva ascendente de produção e emprego nos últimos 20 anos, mas após o incêndio atravessamos um período muito complicado”, lembra. Segundo o executivo, as consequências da destruição da fábrica foram agravadas pela retração da demanda, motivada pela crise, e pelo aumento do custo da produção, devido à elevação do preço da energia elétrica. “2015 foi o mais recessivo dos últimos anos para o setor têxtil”, lembra.

Embora o seguro tenha coberto 90% do prejuízo provocado pelo incêndio, a Fiasul precisava recorrer ao crédito para buscar os outros 10% e para capital de giro. “Neste momento percebemos os bancos comerciais mais reticentes, mas algumas instituições financeiras continuaram acreditando na Fiasul e a Fomento Paraná foi uma delas. A agência financiou R$ 5 milhões, via BNDES, para a aquisição de máquinas e equipamentos e outros R$ 3 milhões para capital de giro”, conta Zielasko.

Segundo o executivo, além de carência de seis meses, o prazo para pagamento mais alongado, de 60 meses e a taxa de juro menor, de 9,26% ao ano, são diferenciais importantes desta linha de crédito. “Se fosse em banco comercial, não haveria carência, o prazo seria de, no máximo, 36 meses e o juro de cerca de 19% ao ano”, compara.

Após a reconstrução da fábrica e o acesso ao crédito, a Fiasul, que já era a maior indústria de fiação do Paraná, passa a ser a mais moderna da América Latina. As máquinas, de última geração, importadas da Alemanha para completar a unidade fabril chegam em setembro e, com isso, ainda este ano a empresa volta a trabalhar em três turnos, com a contratação de 20 novos trabalhadores e uma elevação de cerca de 30% na produção. “Passaremos a contar com 620 colaboradores e a produzir 1,6 mil toneladas de fio por mês”, informa Zielasko, ressaltando que o acesso ao crédito é fundamental para a atividade industrial.

Grupo de Trabalho Competitividade, da Articulação da Rota Metal-mecânica, mantém este tema em suas discussões. O GT recebeu em 11 de abril, a equipe do Núcleo de Acesso ao Crédito – NAC Fiep e da Fomento Paraná, que trouxeram informações sobre acesso ao crédito, capital de Giro e outras oportunidades de fomento.

Inovar sempre

Diante da dificuldade para contratar mão de obra para movimentação de produtos, a Cimentart – indústria de pré-moldados de concretos com sede em São José dos Pinhais – viu a necessidade de criar uma paletizadora automática. Na época, no mercado nacional não existia nenhum produto similar. Mas era preciso conseguir uma linha de financiamento para isso. “Tivemos acesso a um recurso para inovação. Nós inovamos e criamos o nosso próprio equipamento”, conta o sócio-diretor José Nilton Fonseca Santos.

O equipamento é utilizado na indústria para a movimentação dos produtos desde 2016. O crédito tornou possível a fabricação. E trouxe também uma surpresa positiva para a Cimentart. “Procuramos recurso para fabricar o equipamento, mas quando soube mais sobre a linha de financiamento, descobri que uma parcela era para capital de giro. Isso acaba um sendo também um atrativo para as indústrias inovarem”, avalia do sócio-diretor da empresa.

 

Fonte: Fiep Paraná

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13º Fórum de Negócios Internacionais falará sobre vencer barreiras e ganhar mercados

Visando contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento das atividades comerciais, agropecuárias e industriais de Maringá e região, a 45ª edição da Expoingá promoverá concomitantemente às suas atividades a 13ª edição do Fórum de Negócios Internacionais que este ano conta com o tema: “Internacionalização: vencer barreiras e ganhar mercados”.

A iniciativa que acontece no próximo dia 10 de maio, às 19 horas, tem o intuito de promover a internacionalização, por meio da apresentação de perspectivas econômicas do comércio internacional, bem como cases de sucesso que incentivem os empresários a vencerem barreiras e acessar novos mercados.

O evento terá a presença de Leandro Poretti, Diretor Geral da Sancor Brasil e de Anderson Pellegrino, economista que já atuou na área de Operações Internacionais da Natura Cosméticos.

A participação é gratuita por meio de confirmação de presença através do email: informacao@institutomercosul.org.br (informar nome, empresa/organização, telefone e email).

13 forum de negócios

Serviço:

13º Fórum Fórum de Negócios Internacionais

10/05/2017 (quarta-feira), às 19 horas

Local: Pq. De Exposições Francisco Feio Ribeiro – Restaurante Central – Maringá – PR

Inscrições e confirmações: informacao@institutomercosul.org.br

Telefone: 44 3025-9616