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Reforma trabalhista é tema de encontro com RH

Reforma trabalhista é tema da oitava edição do encontro com RH, que aconteceu na sede do Sindimetal Maringá, na última quarta-feira (21). O evento contou com a presença de 20 indústrias representadas por seus diretores e responsáveis pela área de recursos humanos. Este foi um momento de adquirir conhecimento e tirar dúvidas sobre o tema que ainda está em tramitação.

Dentre o tema, foram abordados tópicos como:

-O que deve mudar com a legislação?

-Aspectos práticos sobre as mudanças

-Relações de emprego e suas modernizações.

A palestra foi ministrada pelo advogado do Sindimetal, Reginaldo Farias.

Ao final do encontro, os participantes sugerem temas que tem interesse em saber mais.

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Com tecnologias avançadas, Institutos SENAI de Inovação produzem novos materiais que mudam a vida das pessoas

O sabre de luz usado pelo mestre jedi Yoda, no filme Star Wars, popularizou o Laser – palavra que vem de uma sigla em inglês que significa “Amplificação de Luz por Emissão Estimulada”. O fenômeno, transformado em ferramenta por um físico americano em 1960, tem funções muito mais variadas do que os primeiros fãs de ficção científica poderiam imaginar. Com aplicações em usos prosaicos, como a leitura de CDs, a altamente complexos, como cirurgias médicas, o Laser tem sido cada vez mais usado na indústria devido a suas inúmeras possibilidades, como ser capaz de usinar, fabricar, soldar, tratar superfícies e alterar materiais de forma precisa e eficiente.

Foi por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial criou o primeiro centro dedicado ao processamento de materiais a Laser da América Latina: o Instituto SENAI de Inovação em Laser, sediado em Joinville (SC). Para implantar o centro, o SENAI comprou equipamentos de última geração e contratou profissionais que são referência na área, como o diretor Edson Santos, doutor em Engenharia Mecânica pela Universidade de Osaka, no Japão. “Temos no instituto a segunda maior máquina de deposição a Laser no mundo, sendo que só existem cinco equipamentos desses no Brasil, fabricando peças para indústrias de segmentos como petróleo e gás, aeronáutica, médica e automotiva”, conta ele.

 

Pesquisadores do instituto firmaram parceria, por exemplo, com a startup 3DSINT, de Brasília, para produzir implantes de titânio por impressão 3D a serem utilizados em cirurgias de correção facial. Por sua precisão, a tecnologia permite fazer implantes personalizados após tomografia computadorizada. Os protótipos da placa, desenhada e produzida na medida da necessidade do paciente, estão prontos à espera da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para chegar ao mercado. Outro projeto alavancou os negócios da empresa Welle Laser, de Palhoça (SC), apontada como a startup que mais cresceu no Brasil entre 2014 e 2015. Em conjunto com o Instituto do SENAI, foi desenvolvida uma máquina de usinagem que, com o uso do Laser, é capaz de desenhar em diferentes profundidades e com exatidão. NOVOS MATERIAIS – Inovar no desenvolvimento de novos materiais também é fundamental para empresas que trabalham em condições severas ou muito específicas, como a exploração de petróleo na camada pré-sal ou a indústria aeronáutica. O Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura é especializado em criar produtos customizados que exigem sistemas, processos e materiais de alta precisão e qualidade.  Localizado também em Joinville, o instituto desenvolveu, em parceria com a empresa Tupy S.A., por exemplo, novas ligas de ferro fundidos de alta resistência. “Com essas novas ligas de ferro, mais resistente do que as que existem atualmente no mercado, um projetista pode desenvolver paredes de motores de automóveis mais leves, obtendo maior desempenho e redução do consumo de combustível”, explica o dr. André Zanatta, diretor do instituto, em entrevista à Agência CNI de Notícias. O novo produto já está pronto para entrar no mercado. A Tupy negocia o fornecimento das novas ligas com montadoras da Europa e da América do Norte.  Também é possível aumentar a eficiência de motores revestindo suas peças, como explica o diretor do Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Superfícies, Dr. Alexandre Barros. A especialidade do centro de pesquisa, localizado em Belo Horizonte, é trabalhar com revestimentos de superfícies. “É possível, por exemplo, depositar diamante em superfícies para que a peça tenha baixo coeficiente de atrito. Com isso, podemos aumentar a eficiência energética de motores a combustão”, descreve Barros.

Mais informações no link:

http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2017/06/com-tecnologias-avancadas-institutos-senai-de-inovacao-produzem-novos-materiais-que-mudam-a-vida-das-pessoas/?utm_source=twitter&utm_medium=texto&utm_campaign=cni_institutos_senai_produzem_novos_materiais

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Curso gratuito reune empresários e gestores da área de finanças e fala sobre gestão de custos industriais

Aconteceu no Sindimetal Maringá na noite da última terça-feira (13) o curso gratuito sobre Gestão Financeira e de Custos com o professor Jerry Kato. Graduado em Administração pela UEL e Doutor em Engenharia de produção pela UFSC, Jerry falou a mais de 20 empresários sobre Gestão financeira e de custos em tempos de crise.

O curso que será dividido em quatro módulos e é gratuito para as indústrias associadas.:

-Gestão de Custos Industriais

-Formação de Preço de venda

-Gestão de Tesouraria e fluxo de caixa

-Análise financeira e balanços

“Esta é uma excelente oportunidade para agregar conhecimento e dar um novo recomeço para os tempos de crise”, comenta o professor. O curso tratou de assuntos específicos como: aumentar a produtividade da mão de obra, como evitar despesas com matérias primas e embalagens e como reduzir custos industriais de fabricação de forma inteligente.

“Todos os módulos abordarão situações práticas, fazendo com que os empresários possam mensurar com maior realidade a importância de ações que trato no curso”, comentou.

Para participar dos próximo módulo, é necessário realizar inscrição prévia no Sindimetal Maringá ou solicitar participação por meio do e-mail:

sindimetal@sindimetalmaringa.com.br

O convite para participação é enviado antecipadamente via e-mail para todas as indústrias da base do sindicato.

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A cada real produzido pela indústria, são gerados R$ 2,32 para a economia brasileira

A indústria é o setor que mais gera riqueza para o país. A cada real produzido por ela, são gerados R$ 2,32 para a economia brasileira como um todo. Para se ter uma ideia, a agricultura gera R$ 1,67 e, o setor de serviços, R$ 1,51 a cada real produzido, de acordo com cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A indústria brasileira responde por 55% das exportações do país, 66% dos investimentos privados em pesquisas e desenvolvimento e 30% da arrecadação de tributos federais.

Além disso, a indústria, que emprega 10,5 milhões de trabalhadores, é responsável por 22% dos empregos formais e paga salários acima da média. Enquanto a média salarial dos trabalhadores com nível superior é de R$ 5.272, a dos empregados na indústria é de R$ 7.667. Os trabalhadores com ensino médio recebem, por sua vez, em média, R$ 1.870 e, os da indústria, R$ 2.157. A disparidade salarial entre os profissionais da indústria e a dos demais segmentos ocorre pela maior qualificação da mão de obra do setor.

Mesmo com essa relevância, a indústria vem perdendo participação na economia brasileira. Em 2016, o segmento participou com 21,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Dez anos antes, em 2006, essa participação era de 27,7%. Segundo o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes, isso deve-se a várias causas, dentre elas as crises econômicas, as políticas de correção das crises, a emergência da China como “fábrica do mundo”, a incapacidade de o país corrigir as distorções do seu ambiente econômico que reduzem a competitividade, e ao processo natural do desenvolvimento econômico, em que o setor de serviços aumenta sua participação.

A queda tem sido acelerada em razão da perda de competitividade da indústria brasileira devido a entraves como baixa produtividade do trabalhador, elevação do custo unitário em dólar, infraestrutura precária, burocracia, elevada carga tributária e altos custos com encargos trabalhistas. “As empresas brasileiras têm grande dificuldade de competir com indústrias de outros países. Assim, perdem mercados e, consequentemente, produzem menos, contratam menos e geram menos renda”, ressalta Fernandes.

 

 

Fonte: CNI

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Terceirização foi tema do 7º Encontro com RH

Terceirização é um dos itens que estão presentes nas discussões que envolvem a flexibilização de normas estipuladas pela legislação trabalhista no Brasil. Sancionada no fim de março, a Lei 13.429/2017 – que libera a terceirização para todas as atividades das empresas, foi tema da palestra do 7º Encontro de RH que aconteceu no último dia 24 na sede do Sindimetal.

Falando sobre a Terceirização, o advogado do sindicato, Reginaldo Farias esclareceu dúvidas dos presentes e explanou sobre o tema que ainda gera muitas dúvidas. Participaram representantes de 20 indústrias.

As palestras são gratuitas para indústrias associadas e acontecem sempre pela manhã.

O tema seguinte sempre é definido pelos participantes, de acordo com o interesse de suas indústrias. Aguardem!

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Instituto Senai de Inovação de Engenharia de Estruturas inicia operações em Maringá

O estado do Paraná recebe mais um Instituto Senai de Inovação, com foco em Engenharia de Estruturas e missão de promover mais competitividade à indústria, transferindo conhecimento, pesquisa aplicada e inovação. Localizado em Maringá, o Instituto integra a Rede Senai de Institutos de Tecnologia e Inovação, formada no estado do Paraná por 7 Institutos Senai de Tecnologia (IST) e até então, 1 Instituto Senai de Inovação (ISI). O ISI Eletroquímica, em operação desde 2013, é parceiro do novo Instituto em sua constituição e atendimento.

Saiba mais sobre os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação aqui.


Instituto Senai de Inovação em Engenharia de Estruturas (ISI-EE) iniciou suas operações neste ano de 2017, e atualmente está localizado dentro da unidade CTM do Senai – Maringá.

Com planejamento de instalações próprias em breve, o ISI-EE atende por meio de parceiros, as demandas da indústria em seus segmentos de atuação. A Engenharia de Estruturas é um tema de aplicação transversal e de grande potencial inovador que abrange segmentos de mercados de amplo impacto para o desenvolvimento tecnológico do estado e do país, os quais são foco deste Instituto: Energia, Petróleo & Gás; Construção & Arquitetura; Mobilidade & Transporte e Máquinas & Equipamentos.


Portfólio

O portfólio de produtos e serviços do Instituto é amplo e se estende de consultoria técnica, testes laboratoriais, pesquisa aplicada, entre outros, visando utilizar de conceitos e experimentos científicos para elaborar, executar e implantar novos processos ou produtos inovadores. A formação e treinamento de profissionais das indústrias ligados aos projetos de inovação para que possam ser adequadamente explanados do processo de transferência de conhecimento da tecnologia também poderá servir de apoio para o aumento da competitividade.

O portfólio do ISI – EE pretende atender:

Simulação e Modelagem

  • Otimização de estruturas
  • Análise de tensões e deformações
  • Propagação térmica
  • Trincas e Fadiga
  • Multicomponentes
  • Elementos finitos
  • Imersão virtual
  • Softwares
  • Sala Realidade aumentada

Estruturas inteligentes

  • Monitoramento estrutural
  • Sistemas eletrônicos aplicados a estruturas
  • Diagnóstico e manutenção programada
  • Durabilidade e vida útil
  • Desempenho de projetos inovadores
  • Sensores e placas
  • Laboratório

Materiais Leves

  • Aplicação de novos materiais estruturais
  • Preparação de matérias-primas e materiais
  • Cerâmicos, metálicos e compósitos
  • Análise do comportamento
  • Mecanismos de fratura
  • Microestrutura
  • Laboratório de Materiais e técnicas ópticas

Projeto e Desenvolvimento

  • Otimização de projetos e análise de estruturas
  • Modelos e protótipos físicos
  • Fabricação de peças e componentes
  • Processos de manufatura de estruturas
  • Laboratório de protótipos e impressão 3D

Caracterização estrutural

  • Técnicas de investigação do comportamento estrutural
  • Métodos destrutivos e não-destrutivos
  • Comportamento mecânico
  • Análise dinâmica e estática
  • Rigidez, fadiga e vibrações
  • Atuadores e pórticos
  • Laboratório de ensaios

Para mais informações sobre o Instituto Senai de Inovação em Engenharia de Estruturas (ISI-EE) e suas formas de atendimento, os interessados podem entrar em contato pelo tel.: (44) 3293-6732.

 

 

Fonte: Fiep Paraná

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Cresce número de empresas que buscam crédito para capital de giro

Reflexo do momento econômico pelo qual passa o país, a busca por linhas de financiamento para o setor produtivo apresentou mudança entre os anos de 2015 e 2016.  Em 2015, apenas 10% das indústrias buscavam linhas de crédito para capital de giro. No ano seguinte, o percentual passou a 30%. Por outro lado, a procura por linhas para realizar reformas e ou ampliar instalações representava, em 2015, 30% dos atendimentos realizados. Na comparação com 2016, o índice baixou para 15%. O mesmo aconteceu com o capital destinado para a aquisição de máquinas e equipamentos que de 25% passou a 15%. A busca por crédito para inovação e por meio do cartão BNDES se manteve estável, com 10% e 20% dos atendimentos, respectivamente. {Veja no infográfico}

clique para ampliarInfográfico (Foto: Agência Fiep)

Os dados foram consolidados pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e consideram mais de 500 atendimentos realizados para orientar os industriais para a busca das linhas mais adequadas ao seu perfil e necessidade.O gerente de economia, Desenvolvimento e Fomento da Fiep, Marcelo Percicotti, acredita que no primeiro semestre de 2015, quando a busca por reformas e para aquisição de máquinas somavam 55% dos atendimentos, ainda havia uma propensão do industrial a investir.  “Já em 2016, a procura pelo crédito para ampliar as instalações ou a capacidade produtiva corresponderam a 30% dos atendimentos. Os dados mostram que o industrial, em função da instabilidade no ambiente de negócios, recuou os investimentos. Com a acentuação da crise, a receita diminui, os custos continuaram os mesmos e a demanda por giro aumentou consideravelmente”, analisa.

Crédito para oxigenar os negócios

O financiamento quando utilizado com critério impulsiona a atividade produtiva. A Fiasul Indústria de Fios, com sede em Toledo, no Oeste do Paraná, soube fazer isso e o crédito foi a diferença entre manter-se no mercado e fechar as portas. “Dificilmente conseguiríamos continuar ativos sem o acesso ao financiamento”, afirma Rainer Zielasko, CEO da empresa, que produz fios de algodão para a indústria de confecção.  Ele conta que em 2014 uma das duas unidades fabris foi destruída por um incêndio.

“Vínhamos numa curva ascendente de produção e emprego nos últimos 20 anos, mas após o incêndio atravessamos um período muito complicado”, lembra. Segundo o executivo, as consequências da destruição da fábrica foram agravadas pela retração da demanda, motivada pela crise, e pelo aumento do custo da produção, devido à elevação do preço da energia elétrica. “2015 foi o mais recessivo dos últimos anos para o setor têxtil”, lembra.

Embora o seguro tenha coberto 90% do prejuízo provocado pelo incêndio, a Fiasul precisava recorrer ao crédito para buscar os outros 10% e para capital de giro. “Neste momento percebemos os bancos comerciais mais reticentes, mas algumas instituições financeiras continuaram acreditando na Fiasul e a Fomento Paraná foi uma delas. A agência financiou R$ 5 milhões, via BNDES, para a aquisição de máquinas e equipamentos e outros R$ 3 milhões para capital de giro”, conta Zielasko.

Segundo o executivo, além de carência de seis meses, o prazo para pagamento mais alongado, de 60 meses e a taxa de juro menor, de 9,26% ao ano, são diferenciais importantes desta linha de crédito. “Se fosse em banco comercial, não haveria carência, o prazo seria de, no máximo, 36 meses e o juro de cerca de 19% ao ano”, compara.

Após a reconstrução da fábrica e o acesso ao crédito, a Fiasul, que já era a maior indústria de fiação do Paraná, passa a ser a mais moderna da América Latina. As máquinas, de última geração, importadas da Alemanha para completar a unidade fabril chegam em setembro e, com isso, ainda este ano a empresa volta a trabalhar em três turnos, com a contratação de 20 novos trabalhadores e uma elevação de cerca de 30% na produção. “Passaremos a contar com 620 colaboradores e a produzir 1,6 mil toneladas de fio por mês”, informa Zielasko, ressaltando que o acesso ao crédito é fundamental para a atividade industrial.

Grupo de Trabalho Competitividade, da Articulação da Rota Metal-mecânica, mantém este tema em suas discussões. O GT recebeu em 11 de abril, a equipe do Núcleo de Acesso ao Crédito – NAC Fiep e da Fomento Paraná, que trouxeram informações sobre acesso ao crédito, capital de Giro e outras oportunidades de fomento.

Inovar sempre

Diante da dificuldade para contratar mão de obra para movimentação de produtos, a Cimentart – indústria de pré-moldados de concretos com sede em São José dos Pinhais – viu a necessidade de criar uma paletizadora automática. Na época, no mercado nacional não existia nenhum produto similar. Mas era preciso conseguir uma linha de financiamento para isso. “Tivemos acesso a um recurso para inovação. Nós inovamos e criamos o nosso próprio equipamento”, conta o sócio-diretor José Nilton Fonseca Santos.

O equipamento é utilizado na indústria para a movimentação dos produtos desde 2016. O crédito tornou possível a fabricação. E trouxe também uma surpresa positiva para a Cimentart. “Procuramos recurso para fabricar o equipamento, mas quando soube mais sobre a linha de financiamento, descobri que uma parcela era para capital de giro. Isso acaba um sendo também um atrativo para as indústrias inovarem”, avalia do sócio-diretor da empresa.

 

Fonte: Fiep Paraná

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13º Fórum de Negócios Internacionais falará sobre vencer barreiras e ganhar mercados

Visando contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento das atividades comerciais, agropecuárias e industriais de Maringá e região, a 45ª edição da Expoingá promoverá concomitantemente às suas atividades a 13ª edição do Fórum de Negócios Internacionais que este ano conta com o tema: “Internacionalização: vencer barreiras e ganhar mercados”.

A iniciativa que acontece no próximo dia 10 de maio, às 19 horas, tem o intuito de promover a internacionalização, por meio da apresentação de perspectivas econômicas do comércio internacional, bem como cases de sucesso que incentivem os empresários a vencerem barreiras e acessar novos mercados.

O evento terá a presença de Leandro Poretti, Diretor Geral da Sancor Brasil e de Anderson Pellegrino, economista que já atuou na área de Operações Internacionais da Natura Cosméticos.

A participação é gratuita por meio de confirmação de presença através do email: informacao@institutomercosul.org.br (informar nome, empresa/organização, telefone e email).

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Serviço:

13º Fórum Fórum de Negócios Internacionais

10/05/2017 (quarta-feira), às 19 horas

Local: Pq. De Exposições Francisco Feio Ribeiro – Restaurante Central – Maringá – PR

Inscrições e confirmações: informacao@institutomercosul.org.br

Telefone: 44 3025-9616

 

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Sindimetal Maringá participa de discussão sobre Logística Reversa

A reunião que aconteceu no último dia 19 em Curitiba, contou com a participação do Sindimetal Maringá, representado pela executiva Aline Stocco. O momento, foi proporcionado para acompanhamento do cronograma referente ao tema, que tem o objetivo de distribuir tarefas entre os integrantes da comissão responsável pela Logística Reversa no setor metalmecânico no Paraná. Na reunião, foi alinhado o que será realizado nos próximos meses. Dentre as ações ficaram definidas: a elaboração de uma cartilha, análise de empresas receptoras de resíduos que sejam homologados pela SEMA, desenvolvimento de um site do segmento metalomecânico com informações sobre o andamento do projeto.

Além do Sindimetal Maringá, participaram os Sindimetais de Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Londrina, Pato Branco, Ponta Grossa e Curitiba.

O tema Logística Reversa começou a ser amplamente discutido no Brasil a partir da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A legislação trata do fluxo dos bens, materiais e embalagens, partindo do ponto de consumo até sua origem. Depois que o produto é colocado no mercado, é preciso traze-lo de volta, para que tenha a destinação ambiental correta.

O plano de trabalho foi apresentado em setembro de 2014, e aceito pela SEMA, está sendo implementado junto aos sindicatos envolvidos.

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Acidente de Trabalho é tema de encontro com RHs

O Sindimetal Maringá realizou no último dia 19 o 6º Encontro com RH, onde foi abordado o tema Acidente de Trabalho. A palestra, ministrada pelo advogado do Sindimetal, Reginaldo Farias, contou com a participação de várias indústrias que puderam tirar dúvidas em relação ao tema abordado, ouviram soluções e foram orientadas pelo advogado.

Dentro do tema oferecido ainda foram debatidos assuntos como: Como reduzir a alíquota do SAT, Ações Regressivas Previdenciárias e seus impactos financeiros e NTEP.

No próximo mês acontecerá a sétima edição do encontro. O tema será definido por meio de sugestões dos participantes.